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Dia dos Combatentes/ EMGFA defende reintrodução da História da luta armada no currículo escolar

2018-01-25

(ANG) – O Estado-maior General das Forças Armadas (EMGFA) defendeu terça-feira a reintrodução da história da luta de libertação nacional no currículo escolar para que a nova geração possa conhecer as razões que levaram o PAIGC a desencadear a guerra contra o domínio colonial.



O desejo foi manifestado pelo Vice-chefe de Estado-maior General das Forças Armadas (EMGFA) Mamadu Turé ao presidir a cerimónia de abetrura de uma palestra alusivo ao Dia dos Combatentes da Liberdade da Pátria que se assinala anualmente a 23 de Janeiro, no país.

Disse que o evento visa informar os novos saldados da história e das dificuldades que os combatentes enfrentaram durante 11 anos da luta de libertação nacional já que ela não faz parte do currículo escolar.

Por esse motivo,defende a criação de uma nova disciplina capaz de relatar a história de luta de libertação, caso contrário ela corre o risco de desaparecer.

Na palestra, os novos soldados tiveram a oportunidade de ouvir na voz do Coronel Augusto Bicoda, um pouco das diligências feitas pelo líder da luta, Amílcar Cabral, para a conquista da independência por via pacífica, à semelhança de outros países da sub-região, o Senegal, por exemplo, mas que não tiveram êxito.

Augusto Bicoda, o orador do tema 23 de Janeiro, Início da Luta Armada, referiu-se ainda ao memorando que prevê o reconhecimento da autodeterminação, retirada imediata das forças armadas portugueses e libertação incondicional dos prisioneiros.

Contou ainda aos presentes que o PAIGC outrora denominado de Movimento Independentista transferiu as suas ações de Bissau para o campo após o massacre de Pindjiguiti que se transformou no símbolo da libertação da Guiné-Bissau e que 3 de Agosto passou a ser o dia de solidariedade internacional para com os povos das colônias portuguesas e da proclamação da ação directa. ou seja a mudança da via pacífica para a armada.

Por sua vez, o combatente da liberdade da pátria, António Pansu N`tchala referiu que no início da luta a “guerrilha” não tinha armas suficientes para enfrentar os militares portugueses.

Disse que nessa altura, ou seja em 1963 a maioria das pessoas não tinha armas e lutava com catanas.

N`tchala ingressou na luta com 16 anos, na tabanca de Cubuseco de Baixo, sector de Empada e disse que não se sentiu arrependido por ter contribuído para a libertação dos povos da Guiné e Cabo Verde, do jugo colonial, apesar das condições em que o país se encontra.

ANG/LPG/ÂC/JAM/SG


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