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Política/ Idrissa Djaló acusa Carlos Gomes Júnior de responsabilidades nos assassinatos durante seu mandato

2018-01-26

(ANG) - O líder do Partido da Unidade Nacional (PUN), Idrissa Djaló, acusou terça-feira, Carlos Gomes Júnior de ser responsável político e moral pelos assassinatos que aconteceram durante a sua governação e, por isso, deve ser responsabilizado.



Djaló que falava numa conferência de imprensa realizada na sua residência em Bissau, disse que a chegada de Cadogo Júnior ao país aconteceu num momento político muito importante.

“Após três anos de luta política contra José Mário Vaz, o grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC e o Partido da Renovação Social que estavam a governar indevidamente na Guiné-Bissau e que foram derrotados pelas nossas exigências, aparece Carlos Gomes Júnior como quinta roda de carroça, elemento de apoio a esse grupo”, sublinhou.

Aquele político disse não ter dúvida sobre qual o papel de Cadogo Júnior, porque desde que chegou ao país até ao dia 22 de Janeiro, o grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC e PRS, revelaram claramente que o objetivo da vinda do antigo ex-Primeiro-ministro é de fazer política, um direito, que reconhece, e que lhe assiste enquanto guineense.

Djaló acrescentou que o mais terrível é ouvir o porta-voz dos militares que deram-lhe golpe em 2012, Fernando Vaz, fazer elogios a Carlos Gomes Júnior.

Disse não compreender porque é que as pessoas que foram vítimas por defenderem a legalidade democrática, a vontade do povo estão hoje a compactuar com indivíduos que orquestraram a subversão da ordem democrática.

“Actuais dirigentes do grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC, do PRS, incluindo Carlos Gomes Júnior e José Mário Vaz, destruíram a vida de todos os guineenses, introduzindo corrupção no sistema político do país e fizeram parte, várias vezes, na subversão da ordem constitucional, gozando assim com a vontade popular, apropriando-se do bem público para comprar apartamentos no estrangeiro”, acusou Idrissa Djaló.

Por outro lado, o Presidente do Partido da Unidade Nacional [sem expressão parlamentar], exortou a classe castrense no sentido de continuarem equidistantes aos assuntos políticos do país, porque, segundo o político, chegou a hora de desmascarar o grupo dos políticos que anda a criar complicação no país e defraudar a expetativa do povo guineense há muitos anos.

Carlos Gomes Júnior, ex-Primeiro-Ministro, que acaba de reressar ao país após cinco anos de exílio em Portugal, foi afastado do poder em Abril de 2012 na sequência de um golpe militar.

Durante o seu mandato ocorreram os assassínios do ex-presidente João Bernardo Vieira “Nino”, Tagme na Waie, ex-Chefe de Estado-maior general das Forças Armadas, Baciro Dabó e Helder Proença, ambos ex-dirigentes do PAIGC.

ANG/O Democrata


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