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PAIGC/ Congresso/ Líder do partido acredita na realização do congresso na data prevista

2018-01-30

(ANG) - O líder do PAIGC, principal partido no Parlamento da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, disse-se no Sábado convicto de que o 9º congresso daquela formação política vai iniciar-se na terça-feira, como previsto.



Domingos Simões Pereira, que falava aos jornalistas na sede do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), em Bissau, afirmou que o partido não recebeu nenhuma notificação judicial a ordenar a suspensão do congresso.

«As nossas estruturas judiciais estão a acompanhar todas as situações, eventualmente, pendentes, e estamos tranquilos em fornecer os dados (…) necessários», declarou o líder do PAIGC.

Domingos Simões Pereira disse acreditar que o congresso, marcado para decorrer entre 30 de janeiro a 04 de fevereiro, vai ter lugar, mesmo perante eventuais diligências judiciais.

Segundo a Lusa que cita fonte partidária, o Tribunal Regional de Bissorã, Norte da Guiné-Bissau ordenou a suspensão do congresso do PAIGC, principal partido no parlamento guineense, atendendo uma providencia cautelar intentada por um grupo de militantes, disse Sábado à Lusa fonte partidária.

A decisão do tribunal que cobre toda zona norte da Guiné-Bissau, prevê a suspensão do processo que ia levar a realização do nono congresso do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde.

O congresso deve arrancar na próxima terça-feira e decorrer até 04 de fevereiro. De acordo com a mesma fonte do PAIGC, os autores da providência cautelar - militantes de várias zonas das regiões de Oio e Cacheu, norte da Guiné-Bissau -, "alegaram terem sido injustamente excluídos das listas de delegados" ao congresso.

O PAIGC realizou conferências de base entre os meses de novembro e dezembro para a escolha dos 1261 delegados ao congresso.

O partido vive momentos de uma profunda crise interna com militantes e dirigentes devidos em dois grupos. Uns apoiantes da direção outros alinhados com os 15 deputados expulsos do partido em 2015, acusados de indisciplina partidária.

ANG/Lusa


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