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Política/ PRS nega qualquer responsabilidade sobre o cerco a sede do PAIGC

2018-02-01

(ANG) – O Partido da Renovação Social (PRS), considera de “mentira” imputar o partido a responsabilidade do cerco da sede do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC),ocorrido na madrugada de terça-feira por forças policiais.



Em conferência de imprensa realizada hoje, o porta-voz dos renovadores, Victor Pereira afirmou que, quem está à frente dos polícias nem sequer é um militante do PRS.

“Foi com alguma incredulidade que registamos num acto de autêntico desespero, numa edição de quarta-feira na RDP-África, algumas inverdades proferidas por Domingos Simões Pereira, Presidente do PAIGC, nas quais afirma que o PRS, entre outras pessoas, têm mãos no cerco policial à sede do PAIGC, e que todos sabem, trata-se de um mero expediente de execução de uma acção judicial”, explicou.

Victor Pereira disse que, ao que parece, “o Presidente do PAIGC perdeu o tino por causa da tamanha afronta a que se sujeita, nesta dealbar do IX Congresso que ora lhes dizem que se realiza, ora dizem que não, fruto de três anos e meio da desastrosa gestão à frente do PAIGC, por isso embrenha-se em elucubrações a que já nos habituou”.

“E para não variar insulta e tenta humilhar o Partido da Renovação Social a quem menos devia, porque, se bem se recordam, foi o nosso partido, responsável e empenhado com todo o processo de estabilização das instituições da República”, disse.

O Porta-Voz do PRS frisou que foi os renovadores que a bem da estabilidade do regime, apesar das deserções sistemáticas de deputados da maioria no plenário da Assembleia Nacional Popular no governo de Domingos Simões Pereira, o primeiro desta legislatura, fruto de desavenças profundas com origens no Congresso de Cacheu, não olhou para eventuais dividendos políticos para fazer passar cinco moções de confiança de borla.

“E antes pelo contrário, em guisa e resposta ao senhor Domingos Simões Pereira com o seu ar sobranceiro vai sempre semeando graves acusações aos que não lhe são afectos, esquecendo-se que sem partidos como o PRS que Kumba Yalá ajudou a criar no xadrez político guineense, a esta hora ainda estaríamos a viver os piores momentos da autocracia e do totalitarismo”, afirmou.

ANG/ÂC/SG


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