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Sanções/reações/ Colectivo de partidos democráticos diz lamentar sanções contra “alguns filhos “ da Guiné-Bissau

2018-02-08

(ANG) - O porta-voz dos partidos guineenses que se assumem como comprometidos com a democracia, Domingos Simões Pereira, lamentou hoje que "alguns filhos" da Guiné-Bissau tenham sido alvo de sanções por parte da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO).



Em conferência de imprensa e falando em nome de 18 partidos, Domingos Simões Pereira disse que os membros do colectivo não consideram as sanções "como motivo para nenhuma celebração" por terem sido decretadas contra "alguns filhos da Guiné", disse.

"Não queremos que nenhum filho da Guiné seja sancionado, mas não podemos colocar em causa a nossa própria liberdade, a democracia, que nos permite garantir a paz e a estabilidade por causa de interesses particulares que devem ser acomodados", defendeu Domingos Simões Pereira.

A CEDEAO decretou quarta-feira sanções contra 19 personalidades guineenses aos quais serão interditas viagens ao estrangeiro, canceladas as contas bancárias e congelados bens financeiros. Os que são abrangidos com as sanções e que se encontrem no estrangeiro serão expulsos. As sanções abrangem os familiares dos visados.

O porta-voz do colectivo de partidos democráticos afirmou que o grupo compreende as implicações de medidas do género, mas frisou que há mais de um ano que os visados são chamados à razão.

Domingos Simões Pereira referiu que os sancionados "ainda estão a tempo" de corrigirem o seu comportamento, conformando-se às leis da Guiné-Bissau e os que ainda não forem visados "deveriam avaliar bem" as suas actuações daqui para frente.

"A única forma de garantir que um país vive em paz, na estabilidade e em tranquilidade é quando observa as suas leis e respeita o Estado de direito democrático", defendeu o também líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

Entre os sancionados, figuram, nomeadamente, sete deputados ao Parlamento expulsos das fileiras do PAIGC por alegada indisciplina partidária, seis são dirigentes do PRS e dois magistrados.

ANG/Lusa


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