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Política/ Personalidades sancionadas consideram injusta decisão da CEDEAO

2018-02-20

(ANG) – As 19 personalidades guineenses sancionadas pela CEDEAO marcharam domingo em protesto as sanções acusando à esta organização sub-regional de não ser justa na sua decisão pelo que deve a anular.



A marcha teve participação massiva de militantes do Partido da Renovação Social (PRS), a segunda força política guineense, e de apoiantes do grupo dos 15 e dos 18 partidos sem assento parlamentar.

O porta-voz do PRS, Victor Pereira leu um manifesto que o partido enviou aos líderes da CEDEAO no qual considerou que as sanções impostas à seis dirigentes do PRS visam "decapitar a liderança do partido" na perspetiva das próximas eleições.

Victor Pereira disse esperar que as Nações Unidas, a União Europeia e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) se posicionem a favor do levantamento imediato das sanções.

"Queremos dizer ao povo guineense que as ditas sanções são mentirosas. São sanções encomendadas pelo presidente fascista do PAIGC, Domingos Simões Pereira, e pelo presidente do Parlamento, Cipriano Cassamá, contra os verdadeiros defensores da Guiné-Bissau. Eles é que elaboraram a lista e enviaram para os seus representantes lá fora", disse Camará.

Segundo Braima Camará, seriam Domingos Simões Pereira e Cipriano Cassamá os autores das sanções, com a finalidade de "entregar as riquezas" da Guiné-Bissau aos interesses estrangeiros.

O coordenador do grupo de 15 deputados expulsos do PAIGC advertiu ao Presidente guineense, José Mário Vaz, a convocar eleições legislativas para que se saiba "quem realmente tem o povo do seu lado".

A CEDEAO divulgou no dia 07uma lista de 19 personalidades guineenses, entre as quais governantes, deputados, magistrados e o filho do Presidente Mário Vaz, como sendo pessoas que estariam a "obstaculizar a aplicação do Acordo de Conacri" e ainda a dificultar o normal funcionamento das instituições democráticas.

O Acordo de Conacri é um instrumento patrocinado pela CEDEAO como fórmula para acabar com o impasse político na Guiné-Bissau, que persiste há já três anos. O acordo prevê que seja escolhida uma figura de consenso para primeiro-ministro de um governo integrado por partidos representados no parlamento.

ANG/DW


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