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Polícia judiciária/ Paralisação dos serviços ainda sem solução à vista

2018-02-20

(ANG) - Os funcionários da Polícia Judiciaria (PJ) estão dispostos em prosseguir com as suas reivindicações caso os seus problemas não forem resolvidos por parte das autoridades competentes.



A afirmação é do porta-voz dos grevistas Graciano Biaguê em entrevista à Agência de Notícias da Guiné.

“O motivo da nossa reivindicação baseia-se na falta de promoção na caarreia uma vez que, segundo a nossa lei, devemos ser promovidos de quatro em quatro anos, mas já passaram nove anos sem promoção. Assim sendo continuaremos, a nossa luta de modo a encontrar uma solução”, disse Biaguê.

Acrescentou que depois da primeira paralisação de dois dias, o Ministério da Função Pública tirou um despacho sobre o preenchimento de vagas com espaço para 56 funcionários uma vez que, segundo ele, mais de 100 pessoas deviam ser promovidas, tendo sublinhado que a referida situação é uma das razões que “gerou mais revoltas”.

O porta-voz disse que a promoção não deve ser feita de forma parcial uma vez que cabe a direcção da instituição empenhar para o bem-estar de todos e não apenas de um grupo de pessoas.

Graciano Biaguê informou que a primeira vaga de greve foi no dia 31 do mês passado à 1 do mês corrente e que a segunda , em curso, iniciou no dia 15 e decorrerá por tempo indeterminado.

“Esta segunda vaga de greve que está a decorrer foi provocada pela nossa direcção, porque quando terminou a primeira vaga, mandou retornar os livros de pontos, mandou instruir processos disciplinares contra as pessoas que participarem da reivindicação e descontou o salário dos mesmos”, infomou.

Biaguê disse de que, caso os seus problemas não foram solucionados, vão prosseguir com as suas reinvindicações.

Afirmou que até presentemente não foram chamados para uma negociação.

O porta voz dos funcionários da PJ disse que se aceitar a oferta do patronato pode trazer problemas entre eles uma vez que são mais de 100 funcionários, entre inspectores, coordenadores ,agentes de investigação criminal e segurança interna, porque vaga disponibilizada para o concurso interno absorve apenas 56 pessoas .

ANG/AALS/ÂC/SG


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