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Dificuldades de relacionamento com presidente na origem da demissão do Secretário-geral do partido

2015-06-24

(ANG) – O Governo em parceria com o Comité Interministerial de Luta Contra Seca no Sahel (CILSS) iniciou terça-feira uma ateliê de formação, de três dias, com o objectivo de adoptar mecanismos de certificação da qualidade das sementes agrícolas na Guiné-Bissau.



A cerimónia de abertura do referido ateliê, subordinado ao lema “Controlo de qualidade e certificação das sementes vegetais”, foi presidida pelo Director geral da Agricultura, Carlos Amarante.

Amarante destacou que as qualidades das sementes são importantes para o desenvolvimento agrícola e aumento da produção do arroz.

Ainda referiu que sem um instrumento político que permite o controlo de qualidade das sementes importadas é impossível pensar no aumento da produção.

“ É por isso que quase todos os países da Comunidade Económica dos Estados Oeste Africana (CDEAO) dispõem de instrumentos políticos de controlo de qualidades das sementes. A Guiné-Bissau é um dos três membros que não dispõe desse instrumento”, disse o DG da Agricultura defendendo a necessidade da criação do mesmo. Segundo Carlos Amarante, a maioria das sementes importadas dos países vizinhos são de baixa qualidade.

O DG da Agricultura disse que existe um regulamento comunitário de controlo de qualidade e certificação das sementes aprovado pelos chefes de Estados e ministros de Agricultura dos países da CEDEAO mas qua ainda não esta a ser aplicado na Guiné-Bissau.

“ Mas, como sabem, somos um país com certos problemas e era necessário formar pessoas, por isso é que nesta formação estão presentes investigadores, elementos do instituto de sementes e de ONGs que actuam no sector agrícola”, informou.

Para a Directora dos Serviços de Controlo de Certificação de Sementes, N’Queba Cia a fraca produção no país esta relacionada à má qualidade das sementes que os camponeses utilizam.

ANG/LPG/JM/SG


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