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Peregrinação à Meca/ “Dois guineenses morreram em Meca”, diz o Comissário Nacional de Peregrinação

2018-09-13

(ANG) – O Comissário Nacional de Peregrinação à Meca, confirmou hoje a morte de dois fiéis muçulmanos guineenses, durante a peregrinação do ano em curso.



Em declarações aos jornalistas após a recepção do segundo grupo dos peregrinos que regressou ao país, o Comissário Nacional de Peregrinação Botche Candé, afirmou que “foi Deus quem levou os dois peregrinos e que não dependeu da vontade de nenhum ser humano”.

“Todos os restantes peregrinos estão de boa saúde. Hoje dia 13, voltaram ao país 245 peregrinos e os próximos grupos constituídos por 751 fiéis muçulmanos voltarão na sexta-feira e sábado respectivamente”, informou.

Botche Candé sublinhou que, com a colaboração de todo o povo guineense, tanto de muçulmanos como de outras religiões a peregrinação do presente ano foi um sucesso.

“Foi uma proeza alcançada pelos guineenses em geral, desde o Presidente da República, Primeiro-ministro, Sociedade Civil, Comissariado e jornalistas”, disse.

Aquele responsável salientou que receberam orientações do Presidente da República para que o Comissariado Nacional de Peregrinação continuasse a fazer os seus trabalhos de forma a evitar futuros estrangulamentos.

“Se prosseguirmos com os preparativos isso nos permitirá em meados de Janeiro do próximo ano, ir apenas assinar contratos de alojamento, alimentação e transporte internos dos peregrinos bem como com as companhias aéreas”, explicou Candé.

Declarou que o Comissariado Nacional de Peregrinação sempre se atrasou no processo de organização da viagem ao lugar santo de Meca porque depende de apoios de países amigos.

Em nome dos peregrinos, o Mestre Causo Baldé afirmou que foram e voltaram com saúde, “graças à Deus”.

“Durante a nossa estada na Arábia Saudita visitamos as cidades de Jida, Meca, Arafa, Mina e Madina, onde cumprimos os rituais do quinto pilar islâmico”, disse.

Aquele líder religioso fez questão de salientar que pediram a paz em lugares santos para a Guiné-Bissau e não para um determinado partido político.

“Quem Deus der o poder para governar, deve ter a ambição de construir o país rumo ao progresso”, disse.

ANG/ÂC//SG


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