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Política/ PALOP defende construção de uma sociedade livre de exploração do homem pelo homem

2018-09-17

(ANG) - O Partido Africano para Liberdade Organização e Progresso (PALOP) defendeu quinta-feira a necessidade de construção de uma sociedade no qual não vai existir exploração do homem pelo homem.



A ideia foi expressa pelo Presidente do PALOP, Banor Batista Fonseca ao discursar na cerimónia de abertura do IIº Congresso Ordinário do partido que decorre em Bissau sob o lema “ Congresso para Responsabilização da Juventude na Retoma da Linha73”, no qual participaram cerca de 200 delegados.

Banor da Fonseca, único candidato a sua sucessão na liderança do partido, disse que o lema do Congresso pretende alertar a sociedade guineense no sentido de continuar com os objectivos que nortearam a luta pela independência da Guiné-Bissau.

Sublinhou que o PALOP pretende igualmente lutar pela edificação de uma economia mais sólida, em que o progresso social e cultural será os seus principais guias.

O presidente do PALOP disse haver actualmente ambição desregrada do poder e de riquezas, baseada na corrupção generalizada e na ligação de certas individualidades civis e militares ao tráfico de drogas ou facilitação da sua circulação.

Acrescentou que os referidos problemas tem provocado constantes instabilidade política ao país e que se trata de uma situação cujo fim se espera e se deseja, a médio e longo prazo.

Banor Fonseca explicou que o objetivo do processo económico-social que o PALOP quer aplicar, visa um desenvolvimento económico harmonioso, Social e Cultural, o bem-estar, progresso contínuo e a paz para o povo da Guiné-Bissau, numa sociedade livre de exploração do Homem pelo Homem.

“O bem da Guiné-Bissau exige esforços conjugados e sacrifícios colectivos no quadro das instituições democráticas. É um trabalho que exige experiência, acumulação do saber e perseverança. É uma tarefa que pressupõe erros e uma análise e superação desses mesmos erros”, afirmou.

Banor Fonseca disse que qualquer esforço ou ambição política que não visa contribuir para a felicidade, o bem-estar, a paz e o progresso do povo perde automaticamente o seu valor.

Sublinhou que o povo deve precaver-se contra uma mudança enganadora, uma vez que, segundo ele, a vida política, social e moral do país deve mudar para o bem, baseada na competência, realismo, seriedade, honestidade, vontade e total entrega ao trabalho.

“Todos têm direito a ambição, mas o nosso partido terá de por limite, tendo em conta o interesse do povo. Porque se temos como objectivo, servir o interesse pessoal, familiar ou de grupos, o nosso partido perderia a sua razão de existir”, afirmou.

Acrescentou que a Guiné-Bissau deve procurar ser humilde e solidária com todas as Nações do mundo, para que o seu exemplo possa reconquistar o lugar a que tem direito como país livre, independente e soberano.

“O principal problema da Guiné-Bissau de hoje não é a pobreza de quadros qualificados. É, antes, assiduidade, zelo, iniciativa e honestidade profissional, cívica e moral, muito criticável, da maioria dos seus trabalhadores em todos os níveis”, afirmou.

O PALOP foi criado 25 de Abril de 2008, e traça como finalidade lutar para o bem-estar do povo guineense.

ANG/AALS/ÂC


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