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Recenseamento eleitoral/ Primeiro-ministro integra partidos sem assento parlamentar na comissão de fiscalização

2018-10-09

(ANG) – O Primeiro-ministro, Aristides Gomes pediu esta segunda-feira aos partidos políticos sem representação na Assembleia Nacional Popular (ANP) à designarem três representantes para fazerem parte da Comissão de acompanharem do processo de recenseamento em curso no país.



Em declarações à imprensa a saída do encontro com o chefe do executivo, que serviu para Aristides Gomes dar o ponto de situação do desenrolar do recenseamento, o líder do Partido da Unidade Nacional(PUN), Idrissa Djaló disse que o assunto vai ser discutido entre várias formações políticas não representados no parlamento.

Idrissa Djaló admitiu, por outro lado a possibilidade do adiamento das eleições legislativas de forma a permitir que todas as pessoas com capacidade eleitoral sejam recenseadas.

As suas palavras foram reforçadas por um dos vice-presidentes do Partido da Renovação Social(PRS), Orlando Mendes Veigas que afirmou que não é possível que uma parte dos cidadãos eleitores seja inscrito e outra não.

O líder do Movimento Democrático Guineense(MDG), Silvestre Alves enalteceu a iniciativa do Primeiro-ministro em ouvir a opinião das outras formações políticas sobre o processo em curso, mas diz que no entanto continua a verificar o jogo de impuro.

Porque, segundo este responsável político, após marcação da data havia um cronograma à cumprir, o Presidente da República e o Aristides Gomes tiveram cuidados no cumprimento das etapas e isso prejudicou o recenseamento.

Por isso, disse que não há condições para fazer eleições no dia 18 de Novembro deste ano, mas ninguém quer assumir essa responsabilidade.

Enquanto isso, a ministra da Administração Territorial, Ester Fernandes disse que as irregularidades denunciadas até aqui foram corrigidas e apelou a colaboração de todos para que o recenseamento seja credível.

Renovou o seu pedido aos cidadãos nacionais com 18 anos a se recensearem para poderem escolher no dia 18 os dirigentes que querem que sejam eles a governar o país, por um período de quatro anos.

Os sem asseento havia prometido em conferência de imprensa organizar manifestações de protestos caso as suas exigencias de integrar a referida comissão não fossem atendidas.

O grupo pediu ao Presidente da República que adiasse as eleições.

ANG/LPG/ÂC//SG


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