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Greve/Ensino/ Sindicatos do sector educativo acusam Aristides Gomes de contribuir para o não arranque do novo ano lectivo

2018-10-11

(ANG) – Os três Sindicatos dos professores da Guiné-Bissau nomeadamente o SINAPROF, SINDEPROF e SIESE(Sindicato dos Professores da Escola Superior de Educação Física) acusaram hoje o Primeiro-ministro, Aristides Gomes, de não estar interessado na abertura do novo ano lectivo 2018/2019.



Em conferência de imprensa, o Presidente de Sindicato Democrático dos Professores (SINDEPROF), Laureano Pereira da Costa disse que, enquanto o Estatuto de Careira Docente não for aplicado, bem como o pagamento de dívidas atrasadas dos professores, a abertura do novo ano lectivo continuará comprometida.

Acrescentou que o Primeiro-ministro já tinha dívidas com os professores, durante o período em que chefiava o governo em 2006.

Laureano Pereira da Costa afirmou que, logo que o chefe do governo tomou posse como Primeiro-ministro, acumulando as pastas das finanças, a primeira coisa que ele fez, foi pagar a sua própria pessoa tudo o que o governo lhe devia , enquanto primeiro-ministro em 2006.

“Depois de liquidar a sua dívida, produziu um despacho, ordenando que nenhuma dívida pendente, seria paga pelo seu governo”, denunciou Laureano Pereira da Costa.

Aquele responsável, apelou aos professores a se manterem unidos para que os seus objectivos sejam resolvidos e respeitados definitivamente.

Aquele sindicalista anunciou que brevemente os três sindicatos irão desencadear marchas para reivindicar os seus direitos.

Por seu turno, o Presidente Interino de Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF), Domingos Carvalho, descreveu que as “acusações infelizes” feitas pelo Primeiro-ministro, Aristides Gomes, não têm cabimento.

O Primeiro-Ministro afirmou recentemente que não controla as greves políticas em alusão as reivindicações dos sindicatos do sector educativo.

“As reivindicações dos sindicatos não iniciaram na vigência deste governo. Já vinham sendo feitas com sucessivos executivos que passaram na Guiné-Bissau e nenhum deles conseguiu resolver, na íntegra, os problemas dos professores”, afirmou o sindicalista.

No seu ponto de vista, o ataque do Primeiro-ministro contra os três sindicatos, é a tentativa de desviar a atenção da sociedade guineense, algo que considera difícil porque, segundo disse, acredita que o problema da abertura das escolas públicas no país é de interesse colectivo.

Mesmo antes das aulas se iniciarem nas escolas públicas os professores já observam uma greve de 20 dias, iniciada no príncípio deste mês.

ANG/LLA/ÂC//SG


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