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Partido da Renovação Social/ Um grupo de militantes exige demissão colectiva da direcção do partido

2019-03-20

(ANG) - Um grupo de militantes do Partido da Renovação Social(PRS), auto denominado Movimento de Salvação do Partido da Renovação Social e da Memória de Koumba Yalá(MS-PRS) deu 48 horas a actual direcção do PRS presidida por Alberto Nambeia para se demitir.



Coordenado por Ibraima Sori Djalo, dirigente e um dos fundadores do PRS, o grupo declara que , se dentro do prazo exigido, Alberto Nambeia e sua equipa não se demitirem, vai encetar diligências para que essa demissão ocorra.

Em carta dirigida ao Alberto Nambeia, o grupo fundamenta a sua exigência com a necessidade de se “evitar que implicações nefastas dos resultados eleitorais obtidos nas legislativas de 10 de Março ponham em causa a subsistência do partido.

“Enquanto formação política séria e rigorosa, torna-se fundamental que o PRS seja exemplo de seriedade e consequencialidade”, diz o grupo na missiva tornada pública segunda-feira em Bissau, acrescentando que “o desastroso resultado das eleições teve consequências incalculáveis no partido e inevitavelmente também no país, com a perda de 20 deputados de uma só vez , passando de 41 para escassos 21 deputados”.

O grupo declara que o desempenho do PRS tem que ter consequências nas figuras directivas do partido, que devem ser responsabilizadas por esses resultados, inclusive o Presidente Nambeia.

O Movimento de Salvação do Partido de Renovação Social e da Memória de Koumba Yalá considera que é chegado a hora de os militantes renovarem democraticamente a sua confiança em novas pessoas do partido.

O PRS desceu de segunda para a terceira força política nacional em consequência dos resultados eleitorais das legislativas de 10 de Março, ganhas pelo PAIGC com 47 mandatos, estando a Madem G-15 na segunda posição com 27 mandatos.

ANG//SG


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