Mapa do sítio  |  Contactos  
    
Início          Sobre a ANG          Internacional          Desporto          Cultura          Galeria Sábado, 25 de Maio de 2019
Todas as categorias
Saúde
Política
Economia
Saúde
Justiça
Agricultura
Ambiente
Infra-estruturas
Comunicações
Turismo
Cultura
Desporto
Regiões
Lusofonia
Cedeao
Internacional
Arquivo
Cooperação
Ensino
Religião
Anuncios
Tecnologia
Sociedade
Transportes


Saúde pública/ ANAPROFARM exige concessão de licenças de importação de medicamentos à grossistas privados

2019-03-27

(ANG) – O Presidente da Associação Nacional dos Proprietários das Farmácias exige a concessão de licenças de importação de medicamentos à grossistas privados.



“O Ministério de Saúde devia lançar concurso público para a concessão de licenças de importação de medicamentos à três grossistas privados e depois veio a dar licenças para apenas duas empresas e a terceira vaga foi preenchida pela Central de Comercialização de Medicamentos Essenciais(CECOMES) o que não devia ser”, disse Abdallahi Salem.

O Presidente da ANAPROFARM em entrevista exclusiva à ANG, sublinhou que a CECOMES não devia fazer parte das instituições importadores de medicamentos tendo em conta que é uma instituição estatal.

Disse que a principal missão da CECOMES é de abastecer os hospitais do país de alguns medicamentos de primeira necessidade.

Afirmou que cabe aos grossistas privados importar os medicamentos para dar a cobertura em todo o território nacional, o que, segundo disse, não está a acontecer actualmente devido a falta de representação no interior do país das duas empresas portuguesas vencedores de concurso para importação de medicamentos.

“Entendemos que é um perigo para o país entrar em rotura de medicamentos. Por isso, é necessário cumprir com a lei, que determina que, no mínimo,, deve existir três grossistas privados na importação de medicamentos de forma a permitir uma maior concorrência no sector, em benefício da população”, referiu.

Abdallahi disse ainda estranhar a forma como foram concedidas licenças de importação de medicamentos à duas empresas portuguesas, neste caso a Falupharm e Guifarma, acrescentando que deviam dar oportunidade às instituições de outras nacionalidades.

Confrontado com várias denuncias de pacientes de que são vendidos nas farmácias medicamentos que não correspondem com os das suas receitas médicas, aquele responsável disse que isso se deve a falta de percepção de nomes genéricos e comerciais dos remédios.

A título de exemplo, indicou que um antibiótico de nome Amoxiciclina é denominado em francês de Clamox, mas que todos “são as mesmas matérias primas”. “Por exemplo o Paracetamol tem um outro nome que é Delipram e os portugueses o chamam de Beneron. São esses nomes diferentes que as vezes confundem os pacientes”, explicou.

ANG/AC//SG


Publicidade




©Agência de Notícias da Guiné
Telefone: 0123-456-789
Email: geral@ang.gw