Mapa do sítio  |  Contactos  
    
Início          Sobre a ANG          Internacional          Desporto          Cultura          Galeria Sábado, 25 de Maio de 2019
Todas as categorias
Cultura
Política
Economia
Saúde
Justiça
Agricultura
Ambiente
Infra-estruturas
Comunicações
Turismo
Cultura
Desporto
Regiões
Lusofonia
Cedeao
Internacional
Arquivo
Cooperação
Ensino
Religião
Anuncios
Tecnologia
Sociedade
Transportes


Cultura/ Música/ “Estado falhou ao não construir um Palácio da Cultura”, diz Justino Delgado

2019-03-29

(ANG) - O cantor nacional Justino Gomes Delgado disse que o Estado guineense falhou porque se há palácio de justiça devia haver o palácio da cultura.



Em conferência de imprensa realizada esta sexta-feira, véspera do espetáculo marcado para sábado (30), o cantor disse que cada guineense deve contribuir para fazer que o país tenha uma imagem positiva a nível mundial.

Apelou aos jovens cantores para continuarem a autoformar-se na área da música, pedindo mais civismo para os seus fãs que irão assistir ao espetáculo para que os hóspedes levem boa imagem da Guiné.~

O Diretor-geral da cultura, João Cornélio Correia salientou que a música é um veículo que transmite tudo o que tem a ver com o património cultural e material, considerando o músico Justino Delgado de um dos grandes mensageiros guineenses.

“Desde os trajes, gastronomia e tudo, portanto a maior mensagem que passa na Guiné é da música e o Justino foi o grande mensageiro do país, portanto devemos saber valorizar alguém vivo”, frisou.

Disse ainda que os 40 anos de carreira do Justino são anos de trabalhos e de investimentos feitos para a Guiné-Bissau porque deixou as obras que vão ser um legado para muita gente.

Cornélio Correia disse que espera que espetáculo de “Jujú Delgado” fique na história, “porque é um orgulho manifestar a vitória do artista”.

Para o cantor angolano Maya Cool, é importante que os políticos africanos invistam mais na cultura “porque é a identidade de um povo”.

“ Prefiro englobar a cultura toda, temos grandes talentos em África, aliás como um berço da humanidade sai tudo aqui. Os grandes artistas mundiais têm sangue africano, deve haver mais casas de cultura”, disse o cantor angolano, sustentando que o crescimento da cultura expande uma nação.

Maya Cool lamentou a falta de políticas próprias que incentivem o crescimento da cultura africana a nível internacional.

ANG/DMG//SG


Publicidade




©Agência de Notícias da Guiné
Telefone: 0123-456-789
Email: geral@ang.gw