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Polónia/ Justiça proíbe associação de fãs de Adolf Hitler

2019-08-08

(ANG) - Um tribunal polonês ordenou quarta-feira (7) a dissolução de uma associação cujos membros comemoraram, em maio de 2017, o 128° aniversário do nascimento de Hitler.



Os participantes ignoravam que estavam sendo filmados, na época.

O tribunal de Gliwice, em Silésia, estimou que os membros do movimento “Orgulho e Modernidade” (DiN) entendiam perfeitamente o sentido desse encontro, que ocorreu numa floresta, perto da cidade de Wodzislaw Slaski, sede da associação, segundo a imprensa polonesa.

“O caráter desse evento não deixa dúvidas” de que a intenção era promover a aceitação ou a afirmação da personalidade do dirigente alemão, declarou o juiz Bozena Klimaszewska.

A reportagem, realizada por uma equipe do canal de televisão privado TVN24, mostra homens vestindo uniformes nazistas, no meio de bandeiras vermelhas. No centro, em um altar, uma fotografia de Hitler. Sua divulgação provocou escândalo no país em 2018.

Um outro processo contra seis participantes desse encontro organizado pelo líder do DiN, Mateusz Sitkiewics, está atualmente aberto. Eles são acusados de promover um regime nazista, mas todos negam o fato e argumentam que o evento tinha um “caráter privado”.

As bandeiras, insígnias e símbolos nazistas não foram encontrados após a divulgação da reportagem.

Durante a segunda guerra mundial e sob a ditadura de Hitler, a Polônia perdeu seis milhões de cidadãos, incluindo dois milhões de judeus.

A chanceler alemã, Angela Merkel,pediu em junho deste ano que os neonazistas sejam combatidos “sem nenhum tabu”. A chanceler alemã fez estas declarações após o assassinato, no início de junho, de Walter Lübcke, um político da CDU, o partido conservador de Merkel, em seu domicílio no oeste do país.

Um suspeito de 45 anos, vinculado ao movimento neonazista, foi detido no fim de semana passada. Este drama comoveu o país. "Não se trata apenas de um ato terrível, mas de um grande desafio para nós, para examinar todos os níveis onde existem tendências de extrema direita” ", explicou Merkel.

ANG/RFI/Angop


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