Mapa do sítio  |  Contactos  
    
Início          Sobre a ANG          Internacional          Desporto          Cultura          Galeria Sexta, 17 de Novembro de 2017
Todas as categorias
Saúde
Política
Economia
Saúde
Justiça
Agricultura
Ambiente
Infra-estruturas
Comunicações
Turismo
Cultura
Desporto
Regiões
Lusofonia
Cedeao
Internacional
Arquivo
Cooperação
Ensino
Religião
Anuncios
Tecnologia
Sociedade
Transportes


Novo apelo para uso de mosquiteiros impregnado

2015-07-03

(ANG) – O uso de mosquiteiro impregnado constitui um dos melhores meios de combate ao paludismo, disse quinta-feira o Coordenador do Programa Nacional de Luta Contra a referida doença (PNLCP).



Paulo Djata que falava em exclusivo à Agência de Notícias da Guiné (ANG) recomendou à população guineense a utilização de tendas impregnadas, disponíveis no âmbito da prevenção do paludismo na Guiné-Bissau.

Sublinhou que o paludismo é mais frequente na época das chuvas, por causa de lixos e águas estagnas, pelo que aconselhou aos guineenses, em especial aos cidadãos da Capital, a procederem a limpeza das suas residências e o ambiente em que vivem.

Interrogado sobre a região de maior prevalência, Paulo Djata apontou as regiões de Bafatá, Gabu e o Sector Autónomo de Bissau como sendo as de maior prevalência do paludismo no país.

Esta situação, segundo o Coordenador deve-se as condições climáticas que favorecem a produção de mosquitos nestas regiões, ao passo que a cidade de Bissau tem a ver com elevado número da população, a existência de lixos acumulados um pouco por todas as artérias da cidade e de águas estagnadas ao redor das habitações.

Por isso, Djata recomenda o uso de mosqueteiros como forma da prevenção e redução do seu impacto negativo na Guiné-Bissau.

Paulo Djata reafirmou que o diagnóstico e tratamento do paludismo são gratuitos em todos os centros e estruturas sanitárias da Guiné-Bissau.

Para combater o paludismo, de acordo com Paulo Djata é preciso ter em conta um ambiente saudável, que passa pelo saneamento básico, que significa acabar com lixos amontoados a céu aberto e que facilitam a reprodução dos mosquitos.

Segundo Coordenador do PNLCP, os lixos domésticos constituídos por restos de alimentos, cascas de legumes, latas e pneus contribuem para prevalência de muitas doenças, entre os quais o paludismo.

Solicitou a Câmara Municipal de Bissau no sentido de redobrarem os esforços na remoção dos lixos, apesar da sua incapacidade por falta de materiais para remoção diária dos lixos em todos os bairros periféricos da Cidade de Bissau.

Paulo Djata pediu igualmente aos técnicos da saúde para cumprirem com as orientações do Governo, através do Ministério da Saúde, na realização de um diagnóstico e tratamento gratuito de casos de paludismo.

ANG/LPG/JAM/SG


Publicidade




©Agência de Notícias da Guiné
Telefone: 0123-456-789
Email: geral@ang.gw