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Política/ “O actual Governo é inconstitucional e ilegitimo”, acusa PRS

2015-12-18

(ANG) - O Partido da Renovação Social (PRS), anunciou hoje que não reconhece o actual governo liderado por Carlos Correia, o qual acusa de ser "incostitucional e ilegitimo".



A posição dos "renovadores" consta da declaracão política produzida pela sua bancada parlamentar e apresentada pelo deputado Sola Nquilin na Bitchita a plenária da Assembleia Nacional Popular(ANP).

O PRS argumenta que houve falta de apresentacão, em tempo útil, pelo executivo, do seu programa de governacão, tal como manda a lei, pelo que, prossegue, violando esta disposicão regimental o governo mostra-se ferido de inconstitucionallidade.

O PRS disse que a crise política que hoje se vive no país, forjado pela simples exoneração de um chefe de governo, não devia consubstanciar-se numa crise política e com repercussões que ainda se desconhecem.

No documento, o PRS exorta o governo a prescendir da prática de todos os actos reservados a um governo legítimo.

“Este governo resultante de uma forte batalha judicial incorre deliberadamente, pela sua inércia, em aberrações flagrantes das ilegalidades regimentais bem como os pressupostos da Constituição da República”, acusou Sola na Bitchita.

Acrescentou ainda que esse facto é testemunhado de forma impávido e sereno pelos "fiscalizadores", numa autêntica cumplicidade que envergonha a democracia.

Prossegue o PRS caracterizando os libertadores de serem arrogantes, contrários ao diálogo, de nepotismo sobretudo na incapacidade da sua liderança em "conviver com a hetorogenidade de pensamentos inerentes as forças políticas modernas e democráticas".

“As frustradas manobras na tentativa de evidenciar a crise, com persistência na indicação de um único nome de candidato alternativo a cargo de primeiro-ministro, demostra uma clara obsessão ao poder”, denunciou o deputado Sola Nquilin.

O grupo parlamentar dos renovadores disse estar atento e ciente da responsabilidade que impende sobre si, pelo que não compactua com o "Status quo” actual do país. Assim, na observância do disposto no regimento da ANP decidiu tornar pública a presente Declaração Política.

Em reaccao a este documento o PAIGC, na voz do seu lider de Bancada, Califa Seide escusou-se a pronunciar qualquer declaracao.

ANG/JD/JAM


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