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República Centro-Africana/ Vinte candidatos às presidenciais exigem interrupção das operações eleitorais

2016-01-05

(ANG) - Vinte candidatos ao primeiro turno das presidenciais da República Centro-Africana exigiram, nesta terça-feira, a interrupção das operações eleitorais denunciando-as como uma mascarada.



Numa declaração comum a que a AFP teve acesso nesta terça-feira, os signatários, denunciaram várias irregularidades após a publicação dos primeiros resultados parciais do escrutínio de 30 de Dezembro de 2015.

Recusando ser o cúmplice desta mascarada eleitoral, os 20 exigem pura e simplesmente a interrupção das operações para proveito de um processo concertado.

Um dos 20 candidatos - sobre um total de 30 - já assinaram esse texto, nomeadamente, Karim Meckassoua, apresentado como um dos pesos pesados desta eleição, e um antigo filho do antigo presidente, Sylvain Patassé.

Em contrário, os candidatos por instante que encabeçam as presidenciais após a publicação de domingo dos resultados parciais são Faustin Archange Touadéra e Anicet Georges Dologuélé - que não figuram entre os signatários do documento.

Após a divulgação dos resultados de um quarto dos eleitores inscritos, Faustin Archange Touadéra colheu 120.838 votos, está largamente a frente do então favorito, Anicet Georges Dologuélé (68.547 votos), e de Désiré Kolingba, filho de Andre Kolingba, um antigo presidente com (39.952 votos).

Faustin Archange Touadéra é um antigo primeiro-ministro (2008-2013) do antigo presidente François Bozizé derrubado em 2013.

Anicet Georges Dologuélé é um antigo primeiro-ministro do presidente Ange-Félix Patassé, que esteve no poder de 1993 a 2003, antes de ser derrubado por Bozizé. Ele recebeu o apoio oficial do partido de Bozizé.

Pelo menos dois milhões de eleitores centro-africanos foram chamados às urnas quarta-feira para eleger um novo presidente e seus representantes à Assembleia Nacional.

Esses escrutínios são uma condição para a saída do país de três anos de violência sectária em que está mergulhada.

A votação, que decorreu sem incidentes de maior vulto, foi qualificada de “sucesso” pela comunidade internacional que saudou a ausência de actos de violência.

Os resultados definitivos serão divulgados nos próximos dias. Provavelmente está prevista uma segunda volta a 31 de Janeiro de 2016.

A República Centro-Africaana, um dos países mais pobres do mundo, está mergulhado no caos desde o derrube do presidente François Bozizé em Março de 2013 pela antiga rebelião , ela mesma expulsa no poder pela intervenção internacional encabeçada pela França, sua antiga potência colonizadora no início de 2014.

ANG/Angop


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