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Meio ambiente/ Holanda prepara barragem que limpa oceano

2016-01-13

(ANG)-A Holanda vai testar no segundo trimestre de 2016 uma barragem revolucionária “amiga” do ambiente, indicou uma fundação holandesa que pretende eliminar os plásticos – garrafas, sacos e outros – que poluem os oceanos.



Num comunicado divulgado em Haia, a fundação The Ocean Cleanup irá testar a infraestrutura em condições reais a 23 quilómetros da costa holandesa e em pleno Mar do Norte, construindo uma barragem de 100 metros de comprimento.

Enquanto na maior parte das barragens o procedimento é feito através de embarcações, que vão recolhendo o lixo e o plástico, a fundação pretende usar as correntes marinhas para os armadilhar.

Em 2020 serão estendidos dois braços flutuantes de 50 quilómetros cada, em forma de “V”, e serão colocados no fundo do mar.

“O objetivo do teste é observar os efeitos do mar, sobretudo as correntes e as ondas”, precisou a fundação no documento, que já testou a barragem em condições controladas nas bacias holandesas.

A “sopa plástica” – uma mistura de detritos de plástico de tamanhos diversos no oceano – tem um impacto considerável sobre o ambiente.

O sistema foi inventado há 4 anos por Boyan Slat, o jovem de 20 anos com uma missão ambiciosa – livrar os oceanos do planeta dos plásticos flutuantes – que fundou a The Ocean Cleanup.

O primeiro sistema de limpeza de oceanos inventado por Boyan Slat vai ser testado no segundo semestre de 2016.

Os animais marinhos, como os golfinhos ou as focas, são os que acabam por ser as maiores vítimas, ao serem enredados, podendo sufocar e acabar por morrer. O mesmo se passa com as tartarugas, que confundem os sacos de plástico com medusas.

Decompostos em pequenas partículas, os plásticos suspeitos de ter um efeito negativo na fertilidade e de provocar doenças cancerosas no homem, entrarão depois na cadeia alimentar, mas numa escala bastante inferior.

O teste deverá servir de base para um outro, ainda em maior escala, próximo da ilha japonesa de Tsushima (sul).

O projeto, a realizar por um consórcio do Japão e da Coreia do Sul, deverá ter uma infraestrutura de cerca de dois quilómetros.

A fundação holandesa ressalvou que a barragem é constituída por barreiras, não por uma rede, sob as quais os peixes poderão passar livremente e que o dispositivo a testar não representa qualquer ameaça à fauna. ANG/Bom Dia


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