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Investimento privado/ Câmara Agrícola Lusófona promete mobilizar empresários portugueses para operarem na Guiné-Bissau

2016-02-03

(ANG) - O Presidente da Câmara Agrícola Lusófona (CAL), disse que a sua organização vai mobilizar empresários portugueses para investirem na Guiné-Bissau.



Jorge Coreia Santos fez esta promessa hoje a saída de um encontro de cortesia com o Presidente da República, a quem disse ter informado sobre os resultados da missão da CAL no pais.

Correia Santos disse que a país possui muitas vantagens e diversas oportunidades que devem ser aproveitadas pelo empresariado português nomeadamente, pequenas firmas com bons exemplos ligadas à produção e transformação de produtos agrícolas.

“Nós vamos levar um recado muito forte a Portugal eu tenho pena que as empresas agrícolas portugueses não estejam representadas na Guiné-Bissau, onde existem excelentes oportunidades nesta e noutras áreas, lamentou.

De acordo com o chefe da missão da CAL, uma outra área na qual pretendem investir será a de arroz, que a Guiné-Bissau importa demasiado.

"Com todo o seu potencial, não faz sentido o país continuar a gastar 40 milhões de dólares todos os anos para importação de arroz, quando possui terras aráveis para a cultura daquela que é a base da dieta alimentar da sua população", sustentou.

Santos prometeu que a missão volta à Guiné-Bissau em Outubro para realização de uma feira ligada ao Agro-negocio.

Anunciou a assinatura de um acordo com o Ministério da Agricultura para finalizar um projecto que vai ser entregue aos doadores e para a instalação de uma escola profissional agrícola.

O chefe da delegação da Câmara Agrícola Lusófona salientou que é preciso passar uma mensagem de confiança sobre o pais, para mostrar ao mundo que a má fama da Guiné-Bissau no exterior não corresponde a realidade.

"A nossa missão constatou que, apesar de algumas querelas políticas, o país se encontra estável e com as suas instituições a funcionar normalmente".

Questionado sobre a resposta que obtiveram do Presidente da República, Jorge Santos disse que o chefe de Estado se mostrou disponível para apoiar o sector agrícola.

A missão da CAL composta por cinco elementos esteve no país de 28 de Janeiro à 02 de Fevereiro. Manteve contactos com as instituições guineenses vocacionadas na área agrícola no sentido de mobilizar os empresários portugueses do sector a investirem no país.ANG/MSC/JAM/SG


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