Mapa do sítio  |  Contactos  
    
Início          Sobre a ANG          Internacional          Desporto          Cultura          Galeria Terça, 11 de Dezembro de 2018
Todas as categorias
Política
Política
Economia
Saúde
Justiça
Agricultura
Ambiente
Infra-estruturas
Comunicações
Turismo
Cultura
Desporto
Regiões
Lusofonia
Cedeao
Internacional
Arquivo
Cooperação
Ensino
Religião
Anuncios
Tecnologia
Sociedade
Transportes


Autarquias

Presidente da UPG protesta a não extensão do debate à todos os actores políticos

2015-07-16

(ANG) - O Presidente do partido União Patriótica Guineense(UPG), contesta a aprovação da lei das autarquias sem que houvesse um debate que envolva todos os actores políticos do pais.



Ao reagir, em entrevista à ANG sobre a recente aprovação pela Assembleia Nacional Popular da Lei das Autarquias, Fernando Vaz disse que todos os actores políticos do país serão concorrentes as próximas eleições municipais independentemente de terem ou não um assento parlamentar.

"É um direito que nos assiste. Quando se instituiu a democracia na Guiné-Bissau, criou-se a Comissão Multipartidária de Transição e todos os partidos deram o seu contributo para que a nossa democracia fosse hoje uma realidade", recordou o lidar da UPG, acrescentando que deve-se proceder da mesma forma em relação às autarquias tendo em conta que é uma coisa nova.

Fernando Vaz sublinhou que os partidos sem assento parlamentar foram simplesmente excluídos.

"Os partidos com representações na ANP fizeram um fato às suas medidas. Portanto, começamos mal. Prepararam as autarquias as suas medidas e aquilo que irá servir à eles. Não podemos concordar com isso e naquilo que é a política geral do país à que temos direito", criticou.

O Presidente da UPG disse que a questão das autarquias é extremamente complicada e séria. Adiantou que não é um problema apenas de Cipriano Cassamá e outras pessoas, mas sim de todos os partidos políticos legalizados.

Abordado sobre a situação de alguns membros do actual executivo que estão à braços com a justiça, Fernando Vaz respondeu que naturalmente num país onde existe o mínimo de ética, ao existir esta situação o governo já seria demissionário.

"O Governo não pode refugiar-se na presunção de inocência. Para um político não é preciso que se prove a inocência. Mas sim, apenas que haja suspeição para se demitir e esperar para provar a sua inocência", explicou. Vaz declarou que, com esta situação, parece que os membros do governo visados estão a entender o contrário e a espera para que houvesse uma sentença do Tribunal.

"É uma vergonha para todos nós o que está a acontecer. Mas quero dizer que pelo menos o poder judicial, já começa a funcionar, coisa que sempre reclamamos. Penso que deve ser assim, quem faltou deve responder", vincou a concluir.

ANG/ÂC/JAM/SG


Publicidade




©Agência de Notícias da Guiné
Telefone: 0123-456-789
Email: geral@ang.gw