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Primeiro-ministro garante que  dragagem do Porto de Bissau vai criar  condições para  atracagem de vários navios

Primeiro-ministro garante que  dragagem do Porto de Bissau vai criar  condições para  atracagem de vários navios

(ANG) – O Primeiro-ministro de Transição garantiu que a dragagem do Porto de Bissau vai criar  condições mínimas necessárias para a atracagem de vários navios, reforçando a capacidade operacional da principal infraestrutura portuária do país.

 Ilídio Vieira Té falava na cerimónia que assinalou o arranque das obras de drenagem, prevista para durar seis meses e financiada pelo Banco Oeste-Africano de Desenvolvimento (BOAD), no valor de 15 mil milhões de francos CFA .

“A conclusão dos trabalhos irá contribuir para o aumento das receitas fiscais do Estado, que deverão ser canalizadas para a construção de mais hospitais, melhoria das infraestruturas rodoviárias e reforço das condições de vida da população guineense”, disse Té.

O Primeiro-ministro defendeu a necessidade de haver uma estabilidade política e social, sublinhando que “um país sem tranquilidade não pode avançar”. Nesse sentido, apelou à união de todos os guineenses nos esforços de construção nacional, independentemente de quem esteja no poder.

O governante disse que é contra  qualquer forma de violência, condenando práticas como raptos, espancamentos, simulações e calúnias , de defendeu  que a Guiné-Bissau precisa de paz, convivência harmoniosa e confiança entre os seus filhos.

Relativamente à  suspensão, pelo Banco Mundial, de  desembolsos financeiros previstos para a  Guiné-Bissau, Vieira Té disse que o Governo não recebeu qualquer nota oficial da instituição nesse sentido. Acrescentou que o Banco Mundial concede empréstimos e donativos, e que não houve  comunicação formal da suspensão das operações.

Por isso, Ilidio Vieira Té desafiou ainda os órgãos de comunicação social a tornarem pública qualquer nota oficial do Banco Mundial ou do Fundo Monetário Internacional sobre o assunto, referindo que uma missão do FMI deverá deslocar-se ao país entre 3 e 17 de Fevereiro.

Sobre o pagamento presencial de salários aos professores , o chefe do Executivo denunciou a existência de casos de pessoas que se encontram no estrangeiro, há mais de dois anos, e que, ainda assim, continuam a receber salários do Estado. Por outro lado, disse  que o Governo pretende liquidar todas as dívidas contraídas com os bancos comerciais que operam no país.

ANG/LPG/ÂC//SG

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