”A Resistência do Povo Chinês contra Agressão Japonesa deve ser recordada sempre pelos povos que amam a paz e liberdade”, defendeu Aly Hijazi
(ANG) – O ministro dos Combatentes da Liberdade de Pátria, Aly Hijazi defendeu esta quinta-feira a necessidade do povo que ama a paz e liberdade recordar sempre da Resistência do Povo Chinês contra Agressão Japonesa e na Guerra Mundial Antifascista.
O governante falava no âmbito da inauguração de exposição de fotos alusivos ao 80º aniversário da Vitória na Guerra de Resistência do Povo Chinês contra Agressão Japonesa e na Guerra Mundial Antifacista, feito pela Embaixada da República Popular da China na Guiné-Bissau.
“Em nome do dever de memória foram muitas vidas sacrificadas civis e militares que tombaram nas linhas de frente para que a China triunfasse contra Agressão Japonesa e nessa Guerra de Agressão, a China resistiu heróicamente, contra o invasor, constituindo desta forma uma fonte de inspiração para todos os combatentes e povos de outras nações”, referiu Aly.
Hijazi sustentou que, a China deu uma grande contribuição na luta antifacista, o que segundo ele, permitiu a derrota do Japão e recuperação dos territórios ocupados pelos japoneses. Tendo dito que, foi essa contribuição decisiva para luta comum que provocou a abolição dos tratados desiguais herdados no século passado.
O ministro disse que, a celebração do 80º aniversário da referida vitória que na sua opinião foi conquistada com muito esforço, justifica plenamente a organização do desfile militar no coração da capital Pequim. Tendo acrescentado que, o mesmo ato simboliza uma fonte legítima de orgulho nacional e uma garantia insubstituível de unidade nacional.
“Os seis eixos definidos no 18º Congresso Nacional do Partido Comunista Chinês em Novembro de 2015, baseados na construção de um exército forte, constitui um pilar de vigilância às ameaças para segurança nacional e as tarefas do exército”, considerou Aly Hijazi.
Por sua vez, o Presidente da Associação de Amizade Guiné-Bissau /China Nicolau dos Santos disse que, o 80º Aniversário da Vitória na Guerra de Resistência do Povo Chinês contra Agressão Japonesa e na Guerra Mundial Antifacista é uma data de imensa importância histórica e que trata de um dos capítulos mais dolorosos, ao mesmo tempo mais inspirador da história de Segunda Guerra Mundial.
“A resistência chinesa não foi apenas uma luta pela soberania e dignidade do próprio país, mas sim, foi igualmente uma contribuição fundamental para a vitória global contra as forças do fascismo mundial”, opinou Nicolau dos Santos.
Sublinhou que, 80 anos se passaram, mas que a memória dos que caíram em combate e a lição de paz deve ser defendida com vigilância, uma vez que segundo ele, a celebração deste vitória reafirma o compromisso com os valores da paz, da justiça e da cooperação entre nações.ANG/AALS/ÂC