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“Processo de transferência de gestão do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira decorreu sem sobressaltos”, disse Caramó Camará

“Processo de transferência de gestão do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira decorreu sem sobressaltos”, disse Caramó Camará

(ANG) – O Presidente do Conselho de Administração da Autoridade da Aviação Civil da Guiné-Bissau afirmou que o processo de transferência de gestão do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira decorreu sem sobressaltos, destacando que a mudança representa um passo importante para a modernização do setor da aviação do país.

Falando à imprensa, durante a cerimónia de transferência de gestão do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, Caramo Camará explicou que a transferência, realizada, sexta-feira(13), inclui também a passagem da gestão do Aeroporto para uma nova entidade administradora.

Segundo o responsável, o Aeroporto era anteriormente administrado pela Agência para a Segurança da Navegação Aérea em África e Madagáscar(ASECNA), passa agora a ser gerido pela empresa Osvaldo Vieira International Airport SARL (OVIA).

Caramo Camará destacou ainda as inovações introduzidas no novo aerogare, sublinhando que as instalações dispõem de infraestruturas modernas, incluindo nova pista, vedação de segurança, mangas de embarque, sistemas de anúncios, tapetes rolantes, restaurantes, cafés e novos equipamentos de controlo, destinados a reforçar a segurança dos passageiros que chegam ao país.

O antigo Aerogare foi  inaugurado em Maio de 1955 com a designação de Aeroporto Internacional Francisco Craveiro Lopes, em homenagem ao então Presidente de Portugal.

Após a independência da Guiné-Bissau, proclamada em 1973, passou a chamar-se Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, em homenagem a um combatente da luta de libertação nacional.

Apesar das suas limitações e da dimensão reduzida, a infraestrutura serviu durante décadas os cidadãos guineenses, bem como estrangeiros e turistas que visitam o país. Ao longo dos anos, o Aeroporto foi alvo de várias intervenções pontuais na pista.

Caramo Camará, disse contudo que,  em matéria de segurança aeroportuária, as antigas instalações encontrava-se abaixo dos padrões internacionais, situação que, segundo aquele responsável, levantava dúvidas por parte de algumas companhias aéreas quanto à realização de voos para a Guiné-Bissau.

ANG/LPG/ÂC//SG

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