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Regiões/Inspector de Educação da Região de Bafatá pede ao  Ministério da Educação  acompanhamento da colocação dos docentes nas regiões

Regiões/Inspector de Educação da Região de Bafatá pede ao  Ministério da Educação  acompanhamento da colocação dos docentes nas regiões

(ANG) – O Inspector e Coordenador de Educação da Região de Bafatá, leste do país, pediu esta quarta-feira ao Director-geral dos Recursos Humanos, do Ministério da Educação Nacional que encontrasse uma forma de acompanhar a colocação de professores nas regiões do país.

Adama Seide falava  ao Correspondente da Agência de Notícias da Guiné para região de Bafatá  sobre a  insuficiência de professores que se verifica  actualmente nas regiões do país.

“A falta de professores afecta as actividades, por isso é importante mudar a estratégia de colocação dos docentes, até porque  existem vários concorrentes que desejam ingressar no sistema educativo, e muitos desses concorrentes são nativos da região: Se forem colocados nas suas zonas de nascença, certamente não vão abandonar o trabalho e nem fugir”, disse Adama Seide.

Acrescentou que  é preciso acompanhar no terreno o processo de colocação dos professores para se confirmar e controlar os docentes que já estão a trabalhar após terem sido colocados.

“Até  preciso momento, alguns professores apresentaram as suas guias na delegacia regional da educação de Bafatá, mas não se apresentaram aos serviços dos recursos humanos para levantar os seus documentos orientadores e nem se apresentaram nas escolas onde foram colocados”, revelou Adama Seide.

Por outro lado, aquele responsável disse que, normalmente, neste período se verificam o aumento de casos de abandono escolar, por motivo da circuncisão e de recolha da castanha do caju.

Seide  acrescentou  quem essas situações influência negativamente a aprendizagem de crianças do primeiro ciclo das escolas públicas da região de Bafatá.

“Para contornar esta tendência é necessário estabelecer uma estreita colaboração dos pais e encarregados de educação ou a adopção de  medidas por parte das escolas para responsabilizar os autores pelo  abandono escolar”, sugeriu.

Adama Seide contou que, apesar de vários esforços conjunto das organizações da sociedade civil, em colaboração com os serviços da educação de região de Bafatá, na sensibilização das comunidades  sobre as consequências da circuncisão e da retirada de crianças da escola no período de campanha de comercialização da castanha de caju, ainda não se verifica a mudança de mentalidade desejada. ANG/WP/AALS/ÂC//SG

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