Telecomunicações/Empresa “Orange-Bissau” comemora 13ª edição do Dia da “Ética e Conformidade 2025”
(ANG) – A empresa de Telecomunicações “Orange-Bissau”, comemorou hoje, a 13ª Edição do Dia da “Ética e Conformidade 2025” , que visa reforçar o compromisso da empresa, com os parceiros, colaboradores e comunidade.
Ao presidir a cerimónia de abertura da 13ª edição do Dia da Ética e Conformidade, a Diretora Geral da empresa de Telecomunicação “Orange-Bissau” Themese Tounkara destacou que, durante o evento, os participantes, terão a oportunidade de debater sobre a palavra “procedimentos e regras profissionais”.
“Viemos também aqui recordar, uma convicção profunda que partilhamos, onde a integridade e a ética não é apenas uma opção, mas sim, um lema designado a transparência, responsabilidade e tolerância zero a corrupção”, frisou a Diretora-Geral da empresa Orange-Bissau.
Segundo a mesma, a corrupção não é apenas uma culpa moral, mas sim, um travão ao desenvolvimento e injustiça, para os mais vulneráveis, ao mesmo tempo, pode ser visto como uma calamidade que desrespeita o contrato social.
No seu entender, cada franco desviado, significa uma escola, que não pode ser construída, e cada suborno pago, é um tratamento que não se pode dar a uma criança, e todo o abuso do poder, significa, uma sociedade que perde um pouco mais de confiança e liderança.
“Costuma-se dizer que, a corrupção faz com que, os mais vulneráveis paguem um preço duplo, porque os recursos desaparecem, em vez de serem usados como pretendido, e também sofrem toda a vida com a qualidade inferior dos serviços prestados”, alertou Themese Tounkar.
Para o Vice-presidente da Associação Guineense de Anti-Corrupção (AGAC-GB) Vitor Insali, é evidente que a Guiné-Bissau, em semelhança com outros países do mundo, vive o flagelo de corrupção, que considerou um mal criado pelo próprio Estado, e que o mesmo não se engaja pelo o seu combate.
“Porque se o Estado é que tem o próprio meios de fazer face a corrupção, e porquê, que ele, está-se expandir a olhos nú de todos os cidadãos guineenses, e não pode ser travada”, questionou Vitor Insali.
De acordo com aquele responsável, quem vive e sofre da corrupção são os cidadãos, e são eles mais de que nunca, podem denunciar a prática.
Durante o festejo da 13ª edição do Dia da Ética e Conformidade 2025, os funcionários da empresa de Telecomunicação “Orange-Bissau”, juntamente com os parceiros, terão a oportunidade de abordar com o Vice-presidente da Associação Guineense de Anti-Corrupção (AGAC-GB) Vitor Insali, sobre o quê a “Convenção disse sobre a corrupção”, e o que o Estado da Guiné-Bissau fez sobre a matéria de combate a corrupção, e o que está-se a verificar na Guiné-Bissau, sobre a matéria da corrupção.ANG/LLA/ÂC