Governo lança 10ª campanha de “Quimioprevenção contra Paludismo no leste do país
(ANG) – O Governo, através do Ministério da Saúde Pública (MSP), procedeu, hoje, a abertura oficial da 10ª campanha de “Quimioprevenção de Paludismo Sazonal” para a zona leste do país, nomeadamente nas regiões de Bafatá e Gabu.
Ao presidir a cerimónia de abertura, o ministro da Saúde Pública, Pedro Tipote afirmou que o paludismo continua a ser a principal causa de mortalidade infantil na Guiné-Bissau, e para fazer face a situação, a resposta do Governo deve ser firme, coordenada e sustentada por evidências científicas.
“É neste contexto que a Quimioprevenção de Paludismo Sanzonal, uma estratégia recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 2012, assume um papel central na luta contra esta doença”, sustentou o Governante.
Segundo o ministro, a Guiné-Bissau iniciou a implementação desta estratégia, em 2016, em 14 áreas sanitárias da região de Bafatá e em 19 áreas sanitárias de região de Gabu.
“Hoje celebramos não apenas, a continuidade desta intervenção, mas sim, a sua consolidação como política da saúde pública que salva as vidas. Este ano, apesar dos constrangimentos financeiros, cerca de 110 mil crianças com a idade compriendida de 03 à 59 meses, irão beneficiar do tratamento preventivo”,disse.
No ano passado, a campanha abrangiu 250 mil crianças.
O Representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) Walter Casade Mulamba parabénizou a Guiné-Bissau por ter adotado esse novo método de combate ao paludismo.
Acrescentou que os efeitos positivos que o método “Quinioprevenção Sazonal contra o paludismos” está a ter no país passará a servir de modelo para os países da sub-região.
Walter Casade Mulamba afirmou que a sua organização está desposta a continuar a trabalhar de mãos dadas com a Guiné-Bissau e parceiros, para o combate ao paudismos e outras doenças..
A 10ª ronda da campanha de “Quimioprevenção de Paludismo Sazonal lançada hoje, com duração de três meses, conta com o apeio do Governo, do Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (PNUD), Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) e da Organização Mundial para Saúde (OMS).ANG/LLA//SG