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CEMGFA promete trabalhar para fazer do Hospital Militar uma referência no país

CEMGFA promete trabalhar para fazer do Hospital Militar uma referência no país

(ANG) – O Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas(CEMGFA),  prometeu tudo fazer para que o Hospital Militar Principal “Sino Guineense” seja de referência no país.

Biaguê Na Ntan que falava segunda-feira na cerimônia da celebração do 13º aniversário do Hospital Militar Principal, disse que, para esse desiderato, vai contar com apoio de todos parceiros, quer militares e não militares, aconselhando o Diretor daquele estabelecimento sanitário no sentido de buscar alianças fortes com os parceiros que podem apoiar.

″O Hospital Militar completa 13 anos da sua fundação que culmina com a inauguração do Complexo Multi-Uso denominado Biaguê Na Ntam, e quero agradecer as pessoas que desde a primeira horas, labutam este serviço hospitalar até agora e profissionalmente contribuem no seu desenvolvimento”, enalteceu.

O CEMGFA  agradecer igualmente a nova Direção do Hospital pela dinâmica que mostrou na sua capacidade de funcionar, frisando que, essa dinâmica tem que continuar, porque vão dar prioridade ao Hospital para que seja de referência no país, não só para as Forças Armadas″,disse.

Aquele responsável das Forças Armadas disse que, o Hospital Militar está na sua prioridade, no seu pensamento, na sua inteligência desde princípio da sua tomada de posse como Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas.

“Por isso, quando fui nomeado, elegi três coisas fundamentais a respeitar, nomeadamente  a Constitução da República, organizar as Forças Armadas e criar condições para formação de jovens quadros militares”, sublinhou.

Biaguê Na Ntan disse que pretende honrar o seu compromisso com povo guineense e que na base disso, em 2015 e 2016 tinha visão clara do que  Hospital Militar, pode contribuir na saúde do povo guineense em geral.

“Por isso é que mandei vinte pessoas para Marrocos para fazer especialização em diferentes áreas de medicina e cinco deles já estão no país com capacidade enorme e ainda quinze deles estão a terminar o curso”, informou.

 ″A nossa missão fundamental é para salvar o povo da Guiné-Bissau e trabalhar incansavelmente para os ajudar”, disse.ANG/MI/ÂC

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