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Presidente da ASOPTS-GB pede associados para terem fé nos dias melhores do turismo guineense

Presidente da ASOPTS-GB pede associados para terem fé nos dias melhores do turismo guineense

(ANG) – O presidente da Associação  dos Operadores Turísticos e Similares da Guiné-Bissau(ASOPTS-GB) Jorge Paulo Cabral encoraja aos seus associados  para terem fê nos dias  melhores para o sector do turismo guineense.

“Estamos empenhados nos trabalhos ao nível da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental/CEDEAO), e com outros parceiros de forma a criar as condições para que os operadores possam ter acesso ao crédito para relançarem as suas actividades”, afirmou em conferência de Imprensa realizada no quadro das celebrações do 8º aniversário da organização, que esta terça-feira se assinala.

ASOPTS-GB foi criada com o ojectivo de defender os interesses dos operadores turísticos e entabular contactos junto de Governo de forma a promover o sector no país.

Jorge Cabral disse  que, volvidos oito anos da sua criação, a organização tem estado a cumprir a sua missão. A titulo de exemplo, disse que após  três anos da sua fundação,  filiou-se na Federação das Organizações Patronal de Hotelaria nos países da União Económica e Monetária Oeste Africana(UEMOA).

Disse que, em 2020, com a criação da Confederação ds Organizações de Indústria de Turismo, ao nível da CEDEAO, a Assembleia Constitutiva da organização foi realizada em Bissau em 2021 e a Guiné-Bissau assumiu as funções do segundo vice presidente e do secretário executivo desta organização.

Jorge Cabral apontou a pandemia de Covid-19 como fator que mais prejuízo provocou ao sector do turismo, tanto ao nível do país assim como do mundo em geral.

“O sector de turismo ao nível mundial sofreu bastante devido a pandemia de covid-19 e o seu impacto ao nível dos operadores turísticos da Guiné-Bissau, em particular, é muito grande”, frisou.

Aquele responsável disse que, os operadores turísticos dos países vizinhos, que beneficiaram de apoios dos seus Governos para relançarem as suas actividades, até hoje enfrentam dificuldades, quanto mais aos da Guiné-Bissau que não receberam nada.

“Ultrapassada a situação de Covid-19, a Guiné-Bissau voltou a deparar-se com um outro ciclo de instabilidade relacionadas as  últimas eleições de 2025, e voltou a afundar e afectar o funcionamento dos estabelecimentos turísticos do país”, salientou. ANG/ÂC//SG

 

 

 

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