CNCS apela partidos, candidatos e coligação a colaborar com os Media para divulgação dos seus programas eleitorais
(ANG) – O Presidente do Conselho Nacional da Comunicação Social (CNCS) apelou as diretorias das campanhas dos Partidos Políticos, Candidatos e a Coligação para colaborarem com os Media para possibilitar a publicação de seus programas e projetos eleitorais em todos os órgãos, sejam públicos ou privados.
Domingos Meta Camará falava hoje em conferência de imprensa, na qual apresentou o relatório síntese do Painel de Monotorização da cobertura da campanha e aplicação do Código de Conduta, após 10 dias de campanha eleitoral para as legislativas e presidenciais de 23 de Novembro.
“Depois das análises dos órgãos monitorizadas nomeadamente as rádios, jornais, televisões e redes sociais, os monitores verificaram, que nas rádios e nos jornais, apesar da disputa entre os concorrentes, não foram observados e nem registados quaisquer práticas ou comprometimentos que violassem o código de conduta para a cobertura eleitoral” disse Camará.
O Presidente do CNCS afirmou que, durante esse período, na generalidade, o pluralismo de informação, a equidade e a linguagem usada foram moderadas.
Revelou que, nos serviços noticiosos, as rádios têm vindo a dar tratamentos iguais aos 12 candidatos presidenciais e 14 partidos e coligações concorrentes.
Meta Camará disse ainda que, nas rádios apesar dos concorrentes pecarem pelo não envio dos respectivo programas eleitorais aos órgãos de comunicação social, estes têm dado tratamento iguais à todos divulgando os projetos de que dispõem para o país.
Referiu que a Agência de Notícias da Guiné (ANG) atribuiu espaço igual à cada candidato, partido ou coligação, para divulgação das suas mensagens, dispensando tratamento igual à todos os concorrentes.
Camará disse que segundo o relatório dos membros de monotorização, os concorrentes não têm aproveitado devidamente o espaço de tempo de antena que lhes é reservado na Televisão da Guiné-Bissau(TGB), conforme plasmado na lei.
Em relação as redes sociais, o Painel constatou que muitos “diretos” fazem o uso de linguagem violentos nos conteúdos que difundem, traduzindo algum incitamento à agitação social.ANG/JD/ÂC//SG