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Comandante dos Bombeiros defende encerramento do mercado de Bandim por falta de segurança

Comandante dos Bombeiros defende encerramento do mercado de Bandim por falta de segurança

(ANG) – O Comandante do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros defendeu, segunda-feira, o encerramento do mercado de Bandim, em Bissau, alegando  existência de elevados riscos de segurança para comerciantes e utentes devido a falta de condições estruturais e elétricas adequadas.

Francisco Correia falava no programa radiofónico   “Nô Segurança”,  da Rádio Sol Mansi dedicado ao tema “Electrificação Segura”.

Aquele responsável sustentou  que o mercado de Bandim não dispõe de infraestruturas seguras  nem de instalações eléctricas, o que  coloca em risco os próprios comerciantes bem como os utentes .

“Estar no mercado de Bandim é como estar num armazém de munições, porque não oferece a segurança eléctrica e nem tem a mínima organização”, disse Francisco Correia.

Acrescentou . que existe igualmente a necessidade de reorganização e reconstrução do Bairro de Mindará, com base ao respeito às normas de segurança, de modo a garantir melhores condições aos moradores e comerciantes.

“Se a Guiné-Bissau fosse um país tranquilo, o Bairro de Mindará deveria ser reconstruído com a finalidade de organizar, da melhor forma possível, o Mercado de Bandim”, disse Correia.

Francisco alertou ainda que muitas construções no país são feitas sem fiscalização que exige uma análise prévia dos projectos para garantir segurança estrutural e eléctrica, uma vez que  a falta de controlo contribui para o aumento do risco de incêndios e outros acidentes.

O Comandante de corporação dos Bombeiros sublinhou que a adopção de medidas preventivas e o cumprimento das normas de segurança são essenciais para evitar tragédias e proteger vidas e bens na Guiné-Bissau.

“A maioria das plantas de construções não chegam ao  conhecimento dos Bombeiros, mas  consta na Lei  que a Protecção Civil deve analisar qualquer planta e dar as suas orientações em termos de segurança e de electrificações para evitar o perigo no futuro”, disse Francisco Correia.ANG/AALS/ÂC//SG

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