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Governo  faz  apresentação pública do “Barómetro Participativo de Saúde Pública”

Governo  faz  apresentação pública do “Barómetro Participativo de Saúde Pública”

25  (ANG) – O Governo através do Ministério da Saúde Pública (MSP), com os parceiros que atuam no setor,  fizeram ,esta quarta-feira, a apresentação pública  do “Barómetro Participativo de Saúde Pública”.

O “Barómetro Participativo de Saúde Pública” é um estudo financiado pelo Fundo das Nações Unidas para a Consolidação da Paz (PBF), num montante não revelado.

Ao perferir o seu discurso no ato,  o Diretor Administrativo do Sistema Nacional de Saúde Pública,  Suande Camará disse que o Barómetro de Saúde Pública é um estudo cujo o objetivo é de favorecer o diálogo entre os cidadões, os profissionais da saúde e o Governo, sobre os problemas que afetam o setor.

Acrescentou que o “Barómetro Participativo de Saúde” foi realizado no quadro do projeto “Reforço a Coesão Social  através da promoção, gestão e administração inclusiva e eficaz do setor da saúde pública”. coordenado pela OMS com a participação do UNICEF e doMinistério de SaúdePública da Guiné-Bissau, e é financiado pelo Fundo das Nações Unidas para a Consolidação da Paz (PBF).

O estudo recomenda um atendimento digno e de qualidade aos utentes, e atualização de documentos que regulamentam o funcionamento das estruturas de saúde e o desenpenho dos profissionais.

Ainda recomenda a atualização da legislação e os documentos existentes dos profissionais de saúde, para que possam estar ao nível dos desafios atuais.

O Estudo refere que o desenpenho dos profissionais da saúde deve ser caracterizado pela qualidade, e refere que  os mesmos devem conhecer e aplicar as orientações existentes na classe.

Recomenda  a criação de mecanismo imparciais para a avaliação periódica do  desenpenho, com compensações e sanções disciplinares e criminais, conforme os resultados alcançados.

As estruturas da saúde existente, de acordo com o estudo , devem ser adequadas  às necessidades da população, pelo que recomenda a rabilitação e ampliação das  estruturas da saúde, o aumentoo da cobertura sanitária para melhor responder às demandas da população.

Adquirir os  meios de transportes para a evacuação de doentes, ambulâncias, botes e vedetas nas zonas insulares, e em todas as áreas sanitárias, e disponibilizá-los de forma gratuita, para qualquer emergência, são outras recomendações feitas pelo mesmo estudo. ANG/LLA//SG

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