Obituário/Sinjotecs manifesta “profunda dor e consternação” pelo falecimento da Jornalista cabo-verdiana Amélia Araújo
(ANG) – O Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social (Sinjotecs), reagiu em Nota de Condolência que foi com profunda “dor e consternação” que tomou conhecimento da morte da jornalista cabo-verdiana, Amélia Araújo.
Na Nota de Condolência enviada à família, aos profissionais de comunicação social e ao povo de Cabo Verde, à que a ANG teve acesso esta quinta-feira, a organização da classe jornalística guineense considera a malograda de uma figura incontornável da história da comunicação social e da luta pela Libertação Nacional de Cabo Verde.
Na missiva, o Sindicato de Jornalistas guineenses refere que Amélia Araújo foi a principal voz da Rádio de libertação, integrando uma equipa de jovens combatentes e comunicadores que asseguraram a cobertura integral da luta de libertação nacional na altura ao lado de nomes como Joaquim landim e Sorry Sow .
“Amélia Araújo trabalhou em Bissau nos primeiros anos da independência, na Rádio Difusão Nacional deixando a sua voz num programa dedicado a história da luta pela independência”, refere a Nota.
Acrescenta que o Sinjotecs curva-se perante a memória de uma mulher corajosa, comunicadora, e combatente da liberdade, cuja a voz ajudou a escrever páginas decisivas da comum história da Guiné-Bissau e Cabo Verde.
“À família enlutada, aos profissionais da comunicação social e ao povo irmão de Cabo Verde, endereça-se as mais sentidas condolências, e que a alma da malograda descanse em paz e que o seu legado continue a inspirar as gerações presentes e futuras”, refere o Sinjotecs na Nota. ANG/MSC/ÂC//SG