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Presidente MNSCPDD defende realização de recenseamento de raiz para eleições gerais de 06 de Dezembro

Presidente MNSCPDD defende realização de recenseamento de raiz para eleições gerais de 06 de Dezembro

(ANG) – O Presidente do Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz Democracia e Desenvolvimento(MNSCPDD) defendeu hoje a realização de recenseamentio de raiz  para as eleições gerais previstas para 06 de Dezembro próximo .

A posição de Fodé Carambá Sanhá foi manifestada  em declarações à imprensa, no final de um encontro que a direcção do MNSCPDD manteve hoje com o ministro da Administração Territorial e Poder Local, Carlos Nélson Sanó, no qual foram analisados   aspetos ligados aos preparativos do processo eleitoral.

“No nosso ponto de vista, para um processo inclusivo e mais realista, achamos que devíamos optar pela realização de recenseamento de raiz, porque vai nos trazer dados mais realistas e  irá diminuir o nível de abstenção verificado nos anteriores escrutínios”, disse Sanhá.

Aquele responsável disse  que nos últimos processos de actualização eleitoral, foram constatadas  algumas lacunas, dentre as quais a introdução de dados de pessoas que já faleceram, que diz ser uma das razões das abstenções verificadas nas eleições passadas.

“Por isso, na verdade, o mais ideal seria a realização de um recensemento de raiz dos eleitores, mas  cabe ao Governo decidir, tendo em conta que já dispõe de dois cenários em cima da mesa, em termos de cumprimento de cronograma eleitoral”, referiu.

O ministro da Administração Territorial e Poder Local, Carlos Nélson  Sanó disse que garantiu à direcção do MNSCPDD  que o Governo está a trabalhar no sentido de cumprimento da data estipulada pelo Presidente da República de Transição para a realização do escrutínio..

O governante disse  que os trabalhos preliminares estão em curso nas instituições competentes, acrescentando que o GTAPE está a preparar as suas propostas com base nas duas opções de recenseamento ou seja de raíz ou atualização dos cadernos eleitorais.

“Nós estamos igualmente a acompanhar a CNE que precisa de regenerar as suas forças para iniciar as suas atividades depois do que aconteceu nas suas instalações”, afirmou o ministro.

Carlos Nelson Sanó destacou que foram feitas revisões nos processos eleitorais, na Lei Constitucional, Lei-quadro dos Partidos Pelíticos, na situação da Comissão Nacional de Eleições (CNE) que agora  deixou de funcionar  sob tutela da Assembleia Nacional Popular  passando a ser tutelada pelo ministério que dirige, tal como o  Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral (GTAPE) .ANG/JD/ÂC//SG

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