EAGB anuncia redução de preços de contratos de luz e água para vigorar a partir de Maio
(ANG)– O Diretor-geral da Empresa de Eletricidade e Águas da Guiné-Bissau (EAGB), anunciou hoje que a partir de 1 de Maio próximo, os custos de contratos de luz e água vão sofrer reduções consideráveis.
Carlos Alberto Handem fez o anúncio numa conferência de imprensa, e precisou que o contrato para fornecimento de luz, que custava 45 mil francos cfa, passa a ser 17 mil francos cfa e a de água vai descer de 43 mil fcfa para 10 mil francos cfa.
Alberto Handem salientou que o feito não é um favor, mas sim um direito e justiça, realçando que antes de ser uma empresa, a EAGB serve pessoas e elas precisam de luz para estudar, cuidar dos filhos e da água para viver com saúde e dignidade.
Questionado sobre para quando a redução do custo dos quilowatts da electricidade, uma vez que o país já está a beneficiar da energia da Barragem hidroelétrica de Kaleta, na Guiné-Conacri, Handem disse que está-se a trabalhar para o efeito, pelo que não quer avançar com a data, para não criar frustrações ou espectativas aos clientes, uma vez que o assunto deve ser tratado a nível superior.
“Voltando a questão de redução dos contratos, eu quando assumi este lugar compararei o salário mínimo do país, que é de 50 mil francos CFA, o que leva as pessoas a andarem caminhos tortos para ter a luz em casa, e isso prejudica a empresa”, disse Handem.
Aquele responsável sublinhou que essas reduções vão permitir que todos possam ter acesso à energia da EAGB, de forma legal, acrescentando que vão criar condições nas agências da empresa para gerar mais receitas.
Carlos Alberto disse compreender . as queixas da população quando houver cortes de luz ou água, tendo garantido que vão tudo fazer para melhor servir a população.
“Apesar das dificuldades que enfrentamos, estamos a trabalhar para melhorar, de forma significativa, o fornecimento da luz e água, não só em Bissau, assim como em todo o país”, afirmou.
Falando da morosidade no processo dos contratos, Carlos Alberto promete que vão trabalhar para que não dure mais de 72 horas.
Pede desculpas pelos transtornos já ocorridos e avisa que quando houver avarias que os clientes acreditassem que são problemas que acontecem é não a falta de vontade dos trabalhadores da EAG, que diz serem incansáveis, dia e noite. ANG/MSC/ÂC//SG