Transporte Terrestre/ Empresa STGB lamenta morte por acidente do seu funcionário na estrada que liga Buba à Catio
(ANG) – O Administrador da Sociedade de Transportes da Guiné-Bissau (STGB), lamentou hoje a morte, no passado dia 21 de Julho, de um dos seus funcionários, na localidade de Darsalam, sul da Guiné-Bissau, quando tentava resolver problemas técnicos no autocarro de transporte da empresa, que faz ligação entre Bissau e Catio.
O sentimento de pezar foi manisfestado numa conferência de imprensa, em jeito de esclarecimentos sobre as circunstâncias em que o funcionario .,de 32 anos de idade sofreu o acidente mortal.
Malam Dabó disse que não reagiram ao que foi veiculado devido ao sentimento de luto e consternação provocado pela morte do funcionário.
Disse que, ao contrário das notícias postas a circular, o acidente não tem nada a ver com troca de pneus ou uso do macaco de roda.
“O acidente aconteceu na localidade de Darsalam, por volta de 17 horas da tarde, devido a um problema no autocarro e o condutor e a sua equipa chegaram a conclusão de que os passageiros e as cargas devem ser transferidos para outro carro, para se continuar a viagem, devagar, com o autocarro com avaria, com a intenção de consertá-la em Catio”, disse.
Dabó acrescentou que o funcionário falecido sugeriu aos colegas que o carro fosse consertado em Darsalam, o que acabou por acontecer. “Soldaram a batente do balão para permitir o normal andamento do carro. O trabalho foi feito e na tentativa de controlar se o trabalho estava bem feito o ajudante e condutor entraram debaixo do carro, e quando o balão arrebentou, um ferro atingiu o malogrado no rosto, e foi isso que provocou a sua morte”, contou.
Disse que depois de serem informados do incidente, uma delegação fez o que era necessário fazer, retirando o corpo do local e entregar à família que já levou o cadáver para a República da Guiné, seu país Natal.
Segundo Malam Dabó , o acidente podia ser pior uma vez que o ajudante e o motorista ambos estavam debaixo do carro, tendo garantido que vão continuar a acompanhar o caso e analisar a possibilidade de responsabilizar o soldador que concertou o autocarro.
Questionado se são o ajudante e o motorista que fazem a manutenção das viaturas, Dabó disse que a empresa dispõe de uma equipa de mecânicos, mas admitiu que há momentos, que diz de “pequenas avarias”, em que o motorista e ajudante atuam..
“Geralmente, a equipa de mecânicos é que fazem os trabalhos. Desde a criação da empresa, em 2007 ,nunca aconteceu casos como este”, disse. ANG/MSC//SG