Mais de 10 Empresas comercializadoras de água em sacos plásticos são encerradas por falta de condições higiénico-sanitárias
(ANG) – Mais de 10 empresas comercializadoras de água em sacos plásticos foram encerradas, quarta-feira, por falta de condições higiénico-sanitárias, no âmbito das operações conjuntas realizadas pelas equipas de fiscalização do Ministério de Recursos Naturais com base na recente instrução do Conselho de Ministros.
A informação consta na página de Facebook do Ministério de Recursos Naturais, segundo a qual, o Ministro dos Recursos Naturais, Júlio Baldé disse que existem várias empresas produtoras e comercializadoras de água em sacos plásticos que funcionem com base nas irregularidades, ou seja sem as mínimas condições de higiene e sem o devido respeito pelos parâmetros que regulam a potabilidade da água.
O Conselho de Ministro instruiu o Ministro dos Recursos Naturais à adoptar as medidas, em conformidade com o Código da Água, aprovado em 1992, para melhorar as condições de higiene e incentivar o respeito pelos parâmetros que regulam a potabilidade da água para consumo humano.
“Neste quadro, sob a coordenação do Ministério dos Recursos Naturais, foi instituída uma Comissão Interministerial, que procedeu à inspeção de cerca de 40 unidades que operam neste sector. No final dos trabalhos, a Comissão produziu um relatório sobre o estado físico e sanitário dos referidos estabelecimentos”, refere a Página de Facebook do Ministério de Recursos Naturais.
A mesma fonte sustentou que, recentemente, foram credenciados agentes fiscais, à semelhança do que já havia sido feito em Bissau, com a missão de visitar os estabelecimentos de empacotamento de água para consumo humano em todo o território nacional.
“No encontro que Júlio Baldé teve no quarta-feira com os produtores e comercializadores de água em sacos de plástico, o governante apelou os mesmos à redobrarem os seus esforços na purificação da água que vendem enquanto o factor essencial para a salvaguarda da saúde pública e enquanto um bem essencial à vida humana”, refere a nota. ANG/AALS//SG