Selecione a página

País já exportou 37 mil toneladas de castanha

País já exportou 37 mil toneladas de castanha

(ANG) – O Presidente da Associação dos Intermediários de Negócios da Guiné-Bissau(AIN-GB) disse hoje  que, até ao momento  em que falava , a Guiné-Bissau já havia exportado 37 mil toneladas da castanha de caju, das 200 mil já armazenadas em Bissau.

Lassana Sambú forneceu estes dados à imprensa  num encontro de avaliação do andamento da Campanha de Caju 2026.

Aquele responsável disse que, até ao momento, já foram declaradas 70 mil toneladas prontas para a exportação, realçando que a previsão total de exportação para a campanha 2026 é de 200 mil toneladas.

“De acordo com os dados das Delegacias Regionais do Comércio,   foram registadas cerca de 25 mil toneladas da castanha nos armazéns nas regiões e apesar do medo de haver pouca produção este ano registado no iniciou  da campanha, em certas zonas já ultrapassamos a espectativas do Governo”, disse.

O presidente da Associação dos Intermediários de Negócios admite que, mesmo com a queda de produção , o país vai  atingir uma quantidade superior aos  200 mil toneladas. ”Isso significa que quando houver boa produção, a capacidade produtiva pode atingir 400 mil toneladas”, disse.

Sambú pede ao Governo para cumprir na íntegra  os diplomas que regulamentam atividades de comercialização deste produto estratégico.

Por seu turno, o ministro do Comércio e Indústria,  Jaimentino Có realçou a importância do encontro que visa entre outros objetivos, harmonizar os dados  das diferentes instituições que trabalham na fileira de caju, durante o processo da campanha, nomeadamente, o Ministério do Comércio, das Finanças, da Agricultura e outras.

Có disse que a campanha está a correr muito bem até ao momento,  apesar de reconhecer a necessidade de se melhorar alguns aspectos  sobretudo a fiscalização junto às fronteiras terrestres, para estancar a fuga da castanha para os países vizinhos.

“Há fenómenos que fujam ao nosso controlo: casos da má colheita, alterações climáticas e outros. Mas o que podemos fazer, casos de contrabando e  outros comportamentos que vão pôr em causa as metas estipuladas, temos que atuar com mão dura”, disse o ministro.

Jaimentino Có declarou  que não há marcha atrás no processo da castanha, e segundo explicou, as castanhas que estão nos armazéns, por exemplo, em Bula, não podem ser retiradas para Ingoré, São Domingos, frisando que, quem desafiar, será punido conforme a lei, e os meios de transporte que utilizou para contrabando  será confiscado. ANG/MSC/ÂC//SG

 

 

Sobre o autor

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Anúncio – Participe do FGI

Videos Recentes

Carregando...

Siga-nos

junho 2026
D S T Q Q S S
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930