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Telecomunicações/Ministro  diz que o projeto do Cabo submarino “Amilcar Cabral” vai reforçar a integração da Guiné Bissau  ao mundo global

Telecomunicações/Ministro  diz que o projeto do Cabo submarino “Amilcar Cabral” vai reforçar a integração da Guiné Bissau  ao mundo global

(ANG) – O ministro dos Transportes, Telecomunicações e Economia Digital disse que o projeto do cabo submarino denominado “Amilcar Cabral” vai reforçar a integração da Guiné Bissau  ao mundo global.

José Carlos Esteves falava na abertura da 4ª  Reunião do Comité Interministerail de Pilotagem da CEDEAO, que decorre durante todo o dia de hoje, em Bissau.

No encontro vão ser discutido o financiamento do projeto, a criação de sociedades nacionais ao nível de cada país e aspetos que têm a ver com as transações ligadas aos etinerários dos cabos, quer nas águas internacionais assim como nos Estados implicados, e ainda questões relacionadas aos impatos ambientais  do projeto.

Esteves  disse que o fator de bloqueio ao ava
nço digital no país tem a ver com as infreaestruturas da rede base de Fibra ótica, cujo o estudo está em curso e diz que parte do seu financianmento é garantido pelo Banco Mundial.

Acrescentou que o cabo submarino “Amilcar Cabral” irá garantir a comunicação 24/24 horas, mesmo havendo corte no Cabo ACE(África Cabo Europa).

Por isso, disse ser um  projecto nuclear para completar a rede nacional de telecomunicações, para permitir ao Estado e aos privados melhorarem as suas performances na administração.

Revelou que são precisos um milhão de dólares para realização do estudo e 25 milhões de dólares para a execução do proejcto, frisando que esta reunião serve para definir uma estratégia conjunta para a mobilização dos fundos necessários juntos de parceiros para o efeito.

José Carlos Esteves reafirmou o compromisso do Governo guineense de  promover a cooperação e o apoio mútuo, +por se tratar de um  projeto estruturante que providenciará a interconexão entre os países da sub-região, para contribuir para o estabelecimento de infraestruturas digitais,e criando bases para a inclusão digital.

Disse que as comunicações desempenham um papel fundamental no contexto da  cooperação internacional, sendo uma ferramenta poderosa que lhes permite encurtar distâncias, conectar pessoas e promover o intercâmbio de ideias.

Referiu que  é um desafio que tem de ser encarado, de dentro para fora, na medida em que não se pode esquecer  do imperativo de alargar a cobertura de rede para atingir  zonas mais remotas e garantir o acesso aos serviços de telecomunicações à todos os cidadãos dos países da sub-região.

“Nesse sentido, o projeto de amarração ao cabo submarino Amílcar Cabral foi, desde a primeira hora, alvo do interesse prioritário do Governo da Guiné-Bissau, na medida em que, se insere nas reformas do setor, em termos de reforço das infraestruturas digitais, por isso, imediatamente, identificou as potencialidades para  permitir uma redundância ao Cabo ACE”, salientou José Carlos Esteves.

O cabo Amílcar Cabral, diz José Carlos Esteves, não só fará redundância ao cabo ACE mas também  levará o país à outras plataformas mundiais de comunicações distintas aos da ACE, reforçando a  integração ao novo mundo global.

“Mas, as nossas obrigações não podem parar por aqui, é necessário darmos um passo rumo a transformação digital e colocar à disposição dos cidadãos e empresas de serviços públicos digitais, infraestruturas de desenvolvimento das suas actividades ao nível  mundial”, defendeu.

O Comissário para Infraestruturas de Energia e Digitalização da Comunidade dos Estados da África Ocidental, Sediko Douka, salientou que o projeto de cabo sumarino Amilcar Cabral é uma iniciativa crucial que vai  permitir a transformação da paisagem digital da região, e que   e representa um avanço para o reforço de capacidade internacional em banda larga.

Acrescentou que o projeto testemunha a união e os objetivos comuns no domínio da tecnologia e de progresso no espaço da CEDEAO.

Sediko Douka disse que o projeto regional visa, além de aumentar a capacidade internacional da banda larga dos Estados membros, mas também garantir a redundância  da conectividade internacional para Guiné-Bissau, Guiné Conacri, Sera Leoa e Libéria e a resiliência no fornecimento dos serviços digitais aos cidadãos.

Disse que o engajamento no projeto foi consolidado pela assinatura do protocolo de acordo aquando da realização da segunda sessão da Reunião de Comité de Pilotagem, que decorreu no ano passado, de 5 à 6 de Abril, na Sera Leoa.

“A Configuração técnico escolhida do projeto cabo submarino, comprende um tronco comum de ligação, desde Cabo Verde até Libéria com extensão para outros países tais como Gâmbia, Guiné-Bissau, Guiné Conacri e Serra Leoa, com várias vantagens para  melhorar a resiliência  na resolução das atividades maritimas, diminuição da vulnerabilidade ao ciber criminalidade”, disse Sediko Douka.ANG/LPG/ÂC//SG

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