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UEMOA promove seminário de informação e sensibilização sobre direitos políticos de concorrência

UEMOA promove seminário de informação e sensibilização sobre direitos políticos de concorrência

(ANG) – A União Económica e Monetária Oeste Africana (UEMOA) promove entre dias 21 e 23 do corrente mês, em Bissau, um seminário de Informação e Sensibilização sobre Direitos Políticos de Concorrência na África de Ocidental, reunindo mais de 30 participantes .

Em declarações aos jornalistas, o Presidente Interino da Autoridade Nacional da Concorrência na Guiné-Bissau, Neto Gomes disse que a Concorrência económica, é pouco conhecida na Guiné-Bissau, mas que estão a trabalhar na sensibilização para sua implementação no terreno.

Questionado sobre o essencial que vão discutir durante os três dias de seminário, Neto Gomes respondeu que o direito de concorrência é um  instrumento que regulamenta e institucionaliza a concorrência e o direito de proteção dos consumidores, principalmente das empresas que fazem distribuição de produtos alimentares .

Neto afirmou que, muita das vezes, as pessoas compram ou recebem produtos alimentares sem conhecer a sua origem ou são sujeitas a concorrência desleal, acrescentando que estas são algumas  das irregularidades que existem no mercado.

Referiu  que a formação  sobre a concorrência já foi realizada em algumas regiões nomeadamente, Bafatá, Cacheu e Oio e  é financiado pela União Europeia , a UEMOA e Autoridade Nacional de Concorrência,

O seminário é organizado no âmbito de um  programa de Sensibilização, formação e Informação de quadros nacionais sobre a  Concorrência, e destina-se aos actores privado desde Bancos, Seguros, Comunicação Social, Comércio, Farmácias  e outros.

Na cerimónia de abertura do evento, Júlio Colónia, em representação do ministro do Comércio e Indústria  destacou  que a concorrência é o motor da economia de mercado, porque  promove e estimula a inovação , influencia a redução dos preços e melhora a qualidade dos produtos e serviços.

Colónia garantiu  que ao disputar a preferência do consumidor com base no mérito, as empresas aumentam a produção, criam mais empregos e impulsionam o crescimento económico e sustentável.

“É a responsabilidade do Estado garantir a livre concorrência à todos os atores e intervenientes no mercado”, disse Júlio Colónia acrescentando que  o Governo, enquanto administrador dos recursos públicos, é responsável pela criação e aplicação de políticas públicas que atendam as necessidades essenciais  da sociedade .

Segundo Colónia,  o Executivo vai continuar a trabalhar com as instituições nacionais relevantes e as organizações regionais e internacionais parceiras a fim de garantir regras justas à todos os intervenientes no mercado.

O alto funcionário do Ministério do Comércio e Indústria reiterou que a Guiné-Bissau, através da Comissão Instaladora da Autoridade Nacional da Concorrência, instituída em 2022, assumiu como principal compromisso a defesa da concorrência, a prevenção de abuso de poder económico e de práticas anti-concorrenciais .

Disse que o Governo garante que as autoridades competentes vão continuar a assegurar que as empresas nacionais e internacionais, bem como as grandes e pequenas sociedades possam competir sob regras equivalentes. ANG/JD/ÂC//SG

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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