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Vice Presidente da APU-PDGB diz que o país está  numa situação “completamente anormal”

Vice Presidente da APU-PDGB diz que o país está  numa situação “completamente anormal”

(ANG) – O Vice-presidente do partido Assembleia do Povo Unido-Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB),  disse , segunda-feira,que o país está numa situação “completamente anormal”.

Augusto Gomes reagia à DW-África, ao anúncio da data de 24 de novembro do ano em curso para realização de eleições legislativas anteciapadas feira pelo  Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, segunda-feira.


“Portanto, o  Presidente da República tem ainda espaço para fazer as duas eleições, porque é dessa decisão dele  que poderemos reconstituir as instituições da República, quer seja a Assembleia que foi dissolvida ilegalmente e que levou o país a estar numa situação politicamente anormal, quer na reconstituição das outras instituições como a Comissão Nacional Eleitoral (CNE)”, salientou.

Mendes afirmou que  vários partidos defendem que as eleições que devem ser convocadas ainda no decurso deste ano são as presidenciais e não as legislativas, sustentando que o mandato do Presidente termina em Fevereiro de 2025. Assim sendo, a escolha do novo chefe de Estado deve ser feita antes disso.

Gomes diz que, para  que o novo Presidente da República possa ser eleito e tomar posse antes de se verificar a vacatura no exerc+ício presidencial é necessário que as eleições aconteçam antes do termo do  mandato de Umaro Sissoco Embaló, pelo que as eleições deverão ter lugar antes do termino do ano em curso(2024).

 “O facto de ele se referir às eleições legislativas segunda-feira, na sua saída para a visita de Estado à República Popular da China, não vemos isso como uma situação em que o Presidente não marque as eleições presidenciais ou eleições gerais”, afirmou.

O político que se demitiu do Governo recentemente em obediência as orientações do seu partido diz que o país está dividido e que será de interesse   do Presidente da República e de todos os cidadãos da Guiné-Bissau e da comunidade internacional que a   magistratura de influência de Umaro Sissoco Embaló sirva para juntar os guineenses e não para os dividir. 

Acrescentou  que  o Presidente da República tem a responsabilidade de marcar as eleições gerais e permitir que o país reconstitua as suas instituições republicanas.

Augusto mendes criticou que  as divisões internas que estão a acontecer  ao nível dos partidos políticos e com interferências de outras instituições da soberania não é bom para a democracia nem para o Estado de direito democrático. “Os partidos são estruturas essenciais para a democracia e devem ter a liberdade de exercer a sua atividade dentro do quadro da Lei dos partidos políticos”, frisou Gomes. ANG/JD/ÂC//SG

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