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”Mais de 90% dos trabalhos da torre de controle e bloco técnico do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira já estão concluídos”, diz ChunQiu li

”Mais de 90% dos trabalhos da torre de controle e bloco técnico do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira já estão  concluídos”, diz ChunQiu li

(ANG) – O Director da lote 11 da China Railway Construction Corporation (CRCC11), disse que mais de 90 por cento das obras do projeto do bloco técnico e da torre de controlo do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, já estão concluídas.

“A maior parte das obras da estrutura principal e dos acabamentos internos e externos já foram concluídas até ao momento”, frisou ChunQiu li, em entrevista exclusiva  à Agência de Notícias da Guiné(ANG).

Aquele responsável afirmou que este facto indica que as principais atividades de construção civil do edifício estão praticamente finalizadas, representando um passo importante no avanço global do projeto e constituindo um marco fundamental para a modernização das infraestruturas aeronáuticas da Guiné‑Bissau.

“O projeto executado pela CRCC11 é composto por dois edifícios autónomos: o edifício técnico‑administrativo e a torre de controlo, que formara o «sistema nervoso central» responsável pela futura operação e coordenação aeroportuária”, salientou ChunQiu li.

Segundo Chun Qiu Li, o bloco técnico tem dois pisos, com uma área construída de 2. 734,4 m², e integra zonas funcionais essenciais: serviços administrativos, suporte de comunicações, monitorização meteorológica e áreas destinadas à inspeção e manutenção de equipamentos.

Disse que a torre de controlo possui treze pisos e uma área construída de 694,02 m², acrescentando que a sua altura e o seu campo visual foram projetados especificamente para permitir uma vigilância integral da pista e das áreas de estacionamento das aeronaves.

O director da CRCC11 disse  que a instalação dos sistemas avançados automatizados de controlo de tráfego aéreo e dos equipamentos auxiliares de navegação será realizada posteriormente pela equipa da entidade proprietária do projeto.

“Durante todo o período de execução da obra, a equipa de gestão da CRCC11 adotou como princípio fundamental a prioridade da segurança e  qualidade, executando os trabalhos em rigoroso cumprimento das normas internacionais de construção e das especificações técnicas específicas para obras civis aeronáuticas”, sublinhou ChunQiu li.

Aquele responsável, afirmou que, perante as condições adversas da Guiné‑Bissau, nomeadamente temperaturas elevadas, pluviosidade intensa e longos prazos de transporte e aprovisionamento de materiais de construção, o departamento de obra implementou um sistema de gestão normalizado e detalhado, com fiscalização contínua de todas as fases de construção e aplicação da gestão em ciclo fechado em cada processo construtivo.

No âmbito da gestão de segurança no local de obra, frisou que, foi aplicado o mecanismo duplo de prevenção: controlo hierarquizado de riscos, conjugado com a deteção e resolução de perigos potenciais.

Disse que, é realizada uma monitorização dinâmica das fontes de risco elevado, tais como escavações profundas, operações de içamento e elevação, trabalhos em altura e instalações elétricas temporárias, sendo todas as anomalias corrigidas mediante procedimentos de ciclo fechado.

“Paralelamente, foi instituído um sistema permanente de formação e sensibilização em matéria de segurança”, salientou, acrescentando que são organizadas, regularmente, palestras de prevenção de acidentes e simulações práticas de emergência, de modo a repartir e consolidar a responsabilidade primária de segurança por todas as equipas de obra e postos de trabalho, garantindo a aplicação generalizada e hierarquizada das obrigações de segurança em todos os níveis.

“Após a conclusão e entrega formal das obras civis, o projeto constituirá uma base sólida para que a entidade proprietária proceda à instalação subsequente dos equipamentos aeronáuticos. No futuro, contribuirá para aumentar, substancialmente, a capacidade de gestão da segurança aérea e a coordenação de voos do Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira”, disse ChunQiu li.

Além disso, de acordo com ele, esta infraestrutura servirá de alicerce para atrair novas companhias aéreas e abrir novas rotas internacionais, impulsionando de forma sustentável a abertura externa e o desenvolvimento internacional da Guiné‑Bissau.

O projecto, segundo Li, foi financiado pela Agência para a Segurança da Navegação Aérea em África e Madagáscar (ASECNA), num valor não revelado e executado pela lote 11 da China Railway Construction Corporation (CRCC11) e fiscalizado pela HYDROGENIE Sarl,ANG/AALS/ÂC//SG

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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