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Arábia Saudita/ Anunciada a morte de 1.301 peregrinos 

Arábia Saudita/ Anunciada a morte de 1.301 peregrinos 

(ANG) – A Arábia Saudita anunciou a morte de 1.301 peregrinos durante a grande peregrinação muçulmana realizada a Meca sob um calor escaldante. O calor bateu recordes com temperaturas registadas a mais de 50°C nalgumas regiões. As autoridades especificaram que a maioria não tinha autorização para esta reunião anual. 

Esta quarta-feira, Julian Assange comparece perante um tribunal federal das Ilhas Marianas, um território norte-americano no Oceano Pacífico, para validar o acordo.

“Julian Assange está livre” e deixou a prisão de alta segurança próxima de Londres, onde estava detido desde 2019, anunciou a WikiLeaks. O fundador da organização já partiu do Reino Unido, devendo comparecer na quarta-feira perante um tribunal federal das Ilhas Marianas, um território norte-americano no Oceano Pacífico.

Na rede social X, o WikiLeaks anunciou que a libertação resulta de “uma campanha global” que “criou espaço para um longo período de negociações com o Departamento de Justiça dos EUA, conduzindo a um acordo que ainda não foi formalmente finalizado”.

A sua esposa, Stella Assange, declarou à BBC que ele será “um homem livre” assim que o acordo for validado pela justiça americana, precisando que “há um acordo de princípio entre Julian e o departamento de Justiça” americana que “deve ser validado por um juiz das ilhas Marianas”.

O fundador do Wikileaks deverá, então, declarar-se culpado de crime de conspiração para obter e divulgar ilegalmente informações confidenciais da Defesa nacional dos Estados Unidos, confissão que terá de ser aprovada por um juiz. Ainda que deva ser condenado a 62 meses de prisão, visto que ele esteve anos em detenção provisória em Londres, poderá então regressar à Austrália, o seu país natal.

Assange estava detido em Belmarsh, no leste da capital britânica desde 2019. Nessa altura, foi detido após sete anos de reclusão na Embaixada do Equador em Londres, onde estava refugiado para evitar ser extraditado para a Suécia, onde era acusado de violação, uma acusação que acabou por ser arquivada no mesmo ano.

Desde então, os Estados Unidos tentavam a sua extradição para o julgarem pela divulgação de mais de 700 mil documentos secretos, o que comportava uma possível pena de até 175 anos de prisão. Ele estava acusado de 18 crimes de espionagem e de intrusão informática pela divulgação no portal WikiLeaks de documentos confidenciais, que em 2010 e 2011 expuseram violações de direitos humanos cometidas pelo exército norte-americano no Iraque e no Afeganistão.

O acordo coloca um ponto final numa saga de quase 14 anos e acontece duas semanas antes de a justiça britânica ter agendado, para 9 e 10 de Julho, a análise do recurso de Assange da ordem de extradição do Reino Unido para os Estados Unidos, aprovada em Junho de 2022. O recurso deveria avaliar se, enquanto cidadão estrangeiro, ele poderia beneficiar da protecção da liberdade de expressão no sistema jurídico americano.ANG/RFI

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