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Ambiente/ONG Tiniguena lança sua 30ª Edição de Calendário sobre projeto “Proteção e Restauração  de Mangais”

Ambiente/ONG Tiniguena lança sua 30ª Edição de Calendário sobre projeto “Proteção e Restauração  de Mangais”

(ANG) – A ONG Tiniguena em parceria com o Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas(IBAP) lançaram hoje a trigéssima edição do Calendário sobre o projeto de “Proteção e Restauração de Mangais” e paisagens produtivas para fortalecer a seguraça alimentar e mitigar as mudanças climátricas na Guiné-Bissau.

Na ocasião, o Secretário de  Estado do Ambiente,   disse que a 30ª edição do Calendário da Tiniguena tem como o tema” Mangal, bens e serviços para Humanidade” é produzido no âmbito do projeto” conhecido como “Arroz e Mangal” executado pelo IBAP com apoio técnico da UICN e financiado pelo  Fundo Mundial para o Ambiente (GEF).

António Samba Baldé, disse que, a  presente Edição do Calendário da Tiniguena abre-nos a perspectiva de que o ambiente e  os diferentes serviços oferecidos pelos ecossistemas, antre os quais o do mangal, devem ser vista na perspectiva de valorização do nosso capital natural, na senda do desenvolvimento de atividades de criação de riqueza e no qual o turismo saudável deve continuar a progredir.

António Samba  Baldé garantiu  que a avaliação  Ecossistémica do Milénio sobre o estado e as tendências dos ecossistemas mundiais já havia definido quatro categorias de serviço.

“Os Serviços de aprovisionamento são os bens e produtos extraídos dos ecossistemas tais como os alimentos, a água doce, a madeira, os produtos não lenhosas, etc” frisou.

O secretário de Estado do Ambiente prometeu  que a conservação do ecossistema do mangal  no qual se revê este projeto, vai continuar a ser uma das prioridades do governo, por forma a fazer com que o uso, valorização do espaço e a gestão de recursos naturais continuem  na senda dos grandes desafios, havendo, pois, a contínua necessidade de acções correctivas e preventivas na mediação de previsíveis conflitos de usa e posse de terras, a bem  das gerações presentes, futuras e de toda a humanidade.

Por sua vez, a Diretora-geral do IBAP  informou que a Guiné-Bissau foi  declarada com cerca de 26,3 por cento de território como áreas  protegidas  num total de 11 unidades de conservação que incluem diferentes tipos de ecossistemas, habitats e espécies emblemáticas, que é um dos grupos que levou a criação de um parque do Mangal.

Aissa Regala de Barros, mostrou que  o IBAP tem a importante missão de gerir de forma participativa as áreas protegidas  e a biodiversidade ameaçada em todo o território nacional, integrando as vertentes conservaçoes e o desenvolvimento.

Lembrou que o referido projeto iniciou em 2019, e tem obtido grandes resiultados com grandes impactos nas comunidades rurais da zona de intervenção do projeto e na conservação do importante ecossistema do mangal.

Aissa de Barros afirmou que o país tem florestas de mangal e que são ecossistemas importantes e essenciais, frisando que elas cobrem uma superficície de 326 000 hectares, cerca de 10 por cento da cobertura nacional sendo assim o segundo país de África Ocidental com maior extensão de mangal, onde representam um importante recurso à subsistência das populações e um valioso património cultural e natural.ANG/JD/ÂC

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