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CEDEAO/Representante em Bissau reconhece que a sub-região enfrenta ameaças da desintegração

CEDEAO/Representante em Bissau reconhece que a sub-região enfrenta ameaças da desintegração

(ANG) – A representante residente da  Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) no país, reconheceu esta terça-feira que a região enfrenta inúmeras dificuldades, em particular, a ameaça da desintegração, nomeadamente, do Burkina Faso, Mali e Níger.

Falando na cerimónia que assinala os 49 anos da criação da organização oeste-africana, Ngozi Ukaeje diz que esta intenção, demonstra a questão da dificuldade de segurança na região, resultando assim nas instabilidades políticas.

“A nossa região está a enfrentar enúmeras dificuldades particularmente a ameça de desintegração por exemplo de Burkina Faso, Mali e Níger que demonstraram a intenção de deixar a organização”, reconheceu a diplomata.

A diplomata evidenciou o progresso da missâo da Força de Estabilização na Guiné-Bissau, acrescentando que continua ainda ser uma missão relevante para o sucesso e a segurança no país.

“O progresso da missão de CEDEAO na Guiné-Bissau e a Força de Estabilização continuam a ser uma missão relevante para o sucesso e o desenvolvimento e a segurança desde o início da sua vinda a Guiné-Bissau”, afirmou.

Em representação do governo, o ministro da Administração Territorial e do Poder Local Marciano Silva Barbeiro disse que, apesar dos progressos alcançados, a organização ainda enfrenta dificuldades no domínio da paz e segurança.

“A Guiné-Bissau, como se tem referido, ainda reforçado nos últimos anos, tem beneficiado de apoios da CEDEAO em diversas áreas, desde a promoção das políticas setoriais até ao assistência técnica financeira para o desenvolvimento de projetos de carater social e políticos”, disse o governante destacando que o bloco regional tem promovido programas e projetos que visam aprofundar a integração regional.

A CEDEAO foi criada ao abrigo do artigo 1º do Tratado de 28 de Maio de 1975, adotado em Lagos. Este Tratado foi revisto em julho de 1993. Tem como missão, assumir e promover a sua função judiciaria de interpretação e aplicação de textos comunitários e garantir a proteção dos direitos humanos de uma forma eficiente, rápida e económica, com a ajuda de um pessoal bem treinado e motivado.ANG/Sol Mansi

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