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Cultura/”A Escola de Artes Plásticas visa tornar jovens mais autónomas profissionalmente ”, diz Carlitos Barros

Cultura/”A Escola de Artes Plásticas visa tornar jovens mais autónomas profissionalmente ”, diz Carlitos Barros

 O Proprietário da Escola de Artes Plásticas denominada de “Carbarte” afirmou que o projeto visa incentivar os jovens a aderirem a esta   área com objectivo de torna-los independentes através da arte e escultura.

Carlos Barros, em entrevista exclusiva à ANG, sobre as razões da criação de uma  escola para ensinar aos mais jovens, disse que o objetivo, entre outros, é a criação de postos de emprego para a camada jovem e não só, com vista a redução da pobreza, a combater o desemprego e a delinquência juvenil, contribuindo para a concretização dos objectivos do milénio propostos pelas Nações Unidas.

Segundo ele, o projeto que iniciou em 2006 visa ainda dinamizar o setor da cultural através de capacitação de artistas plásticos permitindo-lhes elevar   a qualidade dos seus trabalhos e, consequentemente, atrair mais turistas em benefício da economia nacional.

“A escola tem cerca de 27 alunos e compreende também um Centro de Formação para jovens e adultos e terá ainda o caracter de sensibilização para as crianças que revelam uma certa capacidade no trabalho artístico, sob forma de incentivá-los na prossecução das suas actividades, criando-lhes condições para o exercício das suas atividades evitando assim a delinquência juvenil”, explicou.

O decano em artes plásticas disse que a sua motivação vem da sua capacidadee vontade  de ajudar os mais novos, uma vez que não depende de ninguém.

Falando do apoio recebido de  sucessivos Governos pela  sua causa, Carlos Barros disse que o único apoio que teve foi na época do Presidente Luís Cabral antes do Golpe de Estado de 14 de Novembro de 1980.”Naquela época, em todas as saídas do Chefe de Estado levavam meus  quadros  e de  outros artistas plásticos para exposições e ofertas”.

Carbar diz que já formou vários jovens que agora  trabalham  por conta própria.

A escola prevê a capacitação dos artistas através de cursos teóricos e práticos num período mínimo de quatro anos, e cursos práticos de Grafite(lapís), aguarela e papel, óleo sem papel.

O pagamento é trimestral mediante uma inscrição formal e o preço dependerá do curso que o interessado deseja  fazer.

“Este projecto foi  financiado pela cooperação portuguesa através da Embaixada de Portugal em Bissau, o que nos tem facilitado bastante no combate as enormes dificuldades existentes relativamente no que concerne aos materiais de pintura, na recuperação e reparação do local onde se situa a Escola de Pintura”, frisou Carlos Barros.ANG/MSC/ÂC//SG

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