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Presidente do MSD pede Comunidade Internacional para acompanhar a luta do povo guineense pelo respeito à democracia

Presidente do MSD pede Comunidade Internacional para acompanhar a luta do povo guineense pelo respeito à democracia

(ANG) – A Presidente do Movimento Social Democrata (MSD) Joana Cobdé Nhanca lançou um apelo à Comunidade Internacional no sentido de acompanhar a luta do povo guineense pelo  respeito à Democracia e Estado de Direito na Guiné-Bissau.

Joana Cobdé Nhanca falava à imprensa após ter entregue  cartas à diferentes organizações da Comunidade Internacional sedeadas no país, nomeadamente União Africana (UA), Organizações das Nações Unidas (ONU), Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), União Económica Monetária de África de Oeste (UEMOA) e Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP).

“Entregamos cartas às  organizações internacionais para manifestar o nosso descontentamento face a situação de dissolução do parlamento pelo Presidente da República,em Dezembro último. A  Comunidade Internacional pode e deve fazer o seu trabalho para o progresso e bem-estar da pátria guineense,  na qualidade de elemento deste país”, disse Cobdé Nhanca.

Joana sustentou que a Comunidade Internacional deve sempre fazer parte da  resolução dos problemas, de modo a contribuir para  a estabilidade social. Diz que  um Estado deve resolver os seus assuntos internos mas que também existem casos em que  o mesmo necessita de apoio no sentido de apaziguar a situação.

A líder de MSD salientou que a democracia é convergência de ideias e que por  isso, a união é fundamental parar a associação de  diferentes ideias para o progresso de uma nação.

“O dinheiro, as casas, os carros são apenas bens materiais que uma pessoa pode ter hoje e deixará de os ter amanhã. Mas, o desenvolvimento de um país é algo que beneficiará aos guineenses em geral”, disse a Presidente do MSD.

Sublinhou qu, o povo é quem escolhe os seus líderes através do processo eleitoral, com base na democracia e que, assim sendo,  deve ter a  voz para criticar e opinar face as situações que o desagrada ou que põe em causa a sua liberdade de escolha.

“Atualmente, verifica-se a  fuga dos jovens para o estrangeiro a procura de melhores condições de vida, devido a situação de instabilidade e de guerrinhas politicas que afectam o povo da Guiné-Bissau”, disse.

ANG/AALS/ÂC//SG

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