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Saúde e Educação/Terceira vaga da  greve na origem de dois óbitos no HNSM

Saúde e Educação/Terceira vaga da  greve na origem de dois óbitos no HNSM

(ANG) – A terceira vaga da  greve convocada pela Frente Social já terá estado na origem de  dois  óbitos registados nos  Serviços de Urgência, do Hospital Nacional Simão Mendes(HNSM), disse o Enfermeiro Chefe da instituição.

Avelino Manuel Pereira, em declações à ANG, disse que as duas vítimas , uma é  seraleonesa e  outra é compatriota guineense.

A Frente Social  iniciou hoje e vai prolongar até 31 do corrente mês, a terceira vaga de greve nos sectores da Educação e Saúde, exigindo do governo o pagamento de cinco meses de salário atrasado aos novos ingressos e melhoria das condições de trabalho.

Avelino Pereira disse que, neste momento,  a Urgência só dispõe de dois médicos, um para cirurgia e outro de medicina interna, e três enfermeiros  para atender pacientes .

Em dias normais a Urgência funciona com  6 médicos, dois para urgência de medicina interna, dois para cirurgia e dois para ortopedia.   

Avelino Pereira afirmou entretanto haver pouca afluência da população nos serviços porque todo o mundo está ao corrente da greve em vigor no setor da saúde.

O  Director serviço da Pediatria, Macílio Baptista disse que felizmente não têm nenhum óbito, mas que nos seis  serviços que compõe a Pediatria cinco estão a funcionar.

Batista afirmou que só têm um médico para cada serviço e um turno neste momento em greve, acrescentando que, nos momentos normais trabalham com dois e até três médicos por cada turno.

A Pediatria está a atender casos urgentes e graves   e o serviço de consulta externa não está a funcionar.

Na Maternidade, segundo a enfermeira Chefe de Serviço,Mirei Djagra, até a altura em que falava à ANG não se registou  nenhum óbito relacionado a falta de assistência devido a greve em curso.

“Estamos a prestar o serviço mínimo com dois médicos e três parteiras, disse Djagra. Em dias normais a Maternidade funciona com 11/12 parteiras em cada turno.

“Sabendo da greve, famílas que têm condições procuram clínicas e hospitais privados. Só as mais carenciadas recorrem aos hospitais públicos, disse Mirei Djagra.

 O porta-voz da Frente Social, Yoyo João Correia disse que a adesão à greve se situa na ordem dos 80 por cento, até ao momento. ANG/JD/ÂC//SG

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