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/Domingos Simões Pereira responsabiliza  Umaro Sissoco Embalo por tudo que eventualmente pode lhe acontecer e sua família

/Domingos Simões Pereira responsabiliza  Umaro Sissoco Embalo por tudo que eventualmente pode lhe acontecer e sua família

 (ANG) – O Presidente da Assembleia Nacional Popular(ANP), Domingos Simões Pereira responsabilizou hoje em conferencia de imprensa o Chefe de Estado guineense  Umaro Sissoco Embalo por tudo que eventualmente pode lhe acontecer e a sua família, com retirada dos seus elementos de segurança pessoal.

Simões Pereira disse que, na sequência dos acontecimentos do dia 30 de novembro e 01 de dezembro, após o Presidente da República regressar ao país, ordenou a retirada imediata dos elementos da Força de Estabilização da CEDEAO (ECOMIB) que reforçava a sua segurança pessoal na sua residência e agora o corpo nacional que lhe acompanha desde 2014, foram pressionados para abandonarem a sua residência.

Para o efeito, de acordo ele, a referida força recebeu um documento intitulado, Guia de Regresso eno qual foram intimados apresentar na suas respectivas unidades.

Por isso, Domingos Simões Pereira disse que identificou o acto, como uma clara e deliberada ordem do Presidente da República de atentar a sua segurança e integridade física, pelo é o único responsável por tudo que eventualmente pode lhe acontecer e a sua família.

Domingos Simões Pereira lembrou que o artigo sétimo da lei orgânica da ANP,  estabelece que o Presidente do hemiciclo dispõe de dois elementos de segurança pessoal e  duas escoltas motorizadas, frisando que  e no artigo 6 da mesma lei disse que exerce a autoridade sobre todos os funcionários e forças de seguranças ao serviço do parlamento.

Acrescentou que, a lei nº 01/ 2010, nº 2 do Regimento da ANP, disse que é a responsabilidade do governo colocar a disposição da ANP os meios necessários para garantir a tranquilidade e de segurança e no nº 04 do mesmo, disse que oeste dispositivos de segurança é dirigido pelo Presidente do parlamento.

Criticou o facto de continuar a não ter acesso as instalações da sede da ANP e aos funcionários também, o que levou a questionar se a intenção era dissolver o parlamento ou de acabar com órgão, porque se não o mínimo que se pode fazer e respeitar, são as condições previstas na lei, permitindo que o órgão continua a desempenhar as suas funções.

Em relação a recondução do Geraldo Martins nas funções do primeiro-ministro, Simões Pereira disse que a Plataforma de Aliança Inclusiva, PAI Terra Ranka, interpretou não só a Constituição da Republica, assim como as resoluções da Conferencia dos Chefes de Estado e do governo da CEDEAO, como um sinal de abertura, a indigitação de Geraldo para manter a ponte de contacto para  um diálogo que permite encontrar solução para situação vigente no país.

 “Portanto não se trata de legitimar, porque Geraldo Martins é vice-presidente do PAIGC e tem mantido essa Coligação informado de todos os passos, solicitado e orientações sobre posições a tomar e foi incumbido para ponte de contato com Presidente da República”, sublinhou Domingos Simões Pereira

O político deixou claro que a posição da Coligação é a reposição do governo, conforme os resultados da eleições legislativas de 04 de junho do ano em curso. ANG/LPG/ÂC

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